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  • Henrique Correia

Carlos Pereira diz que o Marítimo não precisa de fundos de investimento


"Honrámos compromissos, resgatámos o bom nome e tornámo-nos em algo que é “muito mais que um clube”.



Carlos Pereira, recandidato à presidência do Marítimo, publicou na sua página de campanha uma espécie de resposta às declarações do seu opositor nesta disputa eleitoral, Rui Fontes, quando este veio a público avançar com a criação de fundos de investimento, dos sócios, gerido pelo clube.

O atual presidente diz que o "se e quando necessário, o Marítimo consegue financiar-se responsavelmente, sem recurso a fundos de investimento".

Carlos Pereira mostra obra feita e di-lo quase diariamente, o que é natural face ao período de campanha. Há dias, num texto publicado na mesma plataforma de candidatura, no Facebook, o presidente do clube e da SAD falou sobre o que disse ser "o ponto de partida do projeto iniciado há 24 anos. O ponto de partida do projeto que ainda hoje lideramos e pretendemos concluir com mais um mandato e que tem a sua génese na grave situação económica e financeira que o Marítimo viveu a partir de meados da década de 90 e teve o seu apogeu em 1997, ano em que tomámos posse para salvar o Clube! A melhor forma de caraterizar essa altura é recorrendo à expressão de um demissionário diretor desse período dificílimo: o clube estava na “antecâmara da morte”, mas não chegamos à fase seguinte porque o Marítimo é enorme e a “loucura” e o amor clubístico de uma corajosa equipa diretiva assumiu o encargo de o recuperar.".

Carlos Pereira lembra ainda: "Rejeitamos também a ideia do clube único porque o nosso pensamento sempre foi o de concretizar o único clube em consequência de vários méritos. De volta a 1997 e anos seguintes, estávamos confrontados com dívidas e mais dívidas, coimas fiscais, vencimentos em atraso a jogadores, rescisões de contrato e muitos meses de salários em atraso a colaboradores que assim não garantiam o sustento as suas famílias. Este património humano foi negligenciado. Foram anos penosos, de muito sacrifício onde a CREDIBILIDADE era uma miragem".

"Honrámos compromissos, resgatámos o bom nome e tornámo-nos em algo que é “muito mais que um clube”. O Marítimo goza hoje de estabilidade, apresenta um balanço invejável comparativamente a maioria dos clubes portugueses e tem uma intervenção desportiva, educacional e social".


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