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  • Henrique Correia

Carlos Pereira tira o "retrato" do Marítimo: a culpa é da pandemia, do presidente não


O Marítimo está bem e recomenda-se, relativamente à estrutura, "toda ela profissional, menos o presidente".



Se é verdade que a Covid-19 nasceu para todos e se é verdade que nem todos nasceram para ela, também é verdade que uns foram mais afetados do que outros, pelo menos é isso que dizem. Aconteceu com Jorge Jesus perante a desastrosa prestação do Benfica esta época. Acontece com Carlos Pereira, presidente do Marítimo perante a não menos desastrosa época do Marítimo, que terminou à beira da descida depois de semanas a fio com o "coração na boca".

Em declarações à RTP Madeira, o presidente verde-rubro não tem dúvidas, a Covid-19 deu cabo do projeto, apanhou a espinha dorsal da equipa e isso foi fatal. Diz que aquilo que aconteceu explica-se por ser conjuntural e não estrutural, numa época atípica, uma prestação menos conseguida.

Esta explicação pode suscitar algumas reações dos adeptos sobre as diferenças de análise de uma época. Muitos poderão pensar se Carlos Pereira estará a falar da mesma equipa e da mesma época. Mas está, é mesmo desta época que o presidente está a falar. A Covid-19 tem culpa, alguns jogadores têm culpa e não devem adormecer à sombra dos contratos. Sem culpa, mesmo, é Carlos Pereira, que se sente muito bem para continuar e até é recandidato. De resto, o Marítimo está bem e recomenda-se, relativamente à estrutura, toda ela profissional, menos o presidente, como Carlos Pereira faz questão de lembrar".


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