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  • Henrique Correia

Carlos Rodrigues "desabafa": "Talvez fosse melhor o silêncio submisso..."


"...cujo único resultado é garantir que o mais forte continuará a dominar o mais fraca, que a casta proscrita assim permanecerá".




Num momento em que Miguel Albuquerque leva ao Congresso do PSD Madeira uma moção "dura" para a dialética com Lisboa e dá uma entrevista à RTP-M em sentido precisamente contrário, de negociação, de diálogo, surge um posicionamento interessante e curioso por parte do deputado social democrata Carlos Rodrigues, o parlamentar que mais critica estes "panos quentes" que se situam, por vezes, da Madeira em relação a Lisboa, ao mesmo tempo que algumas picardias vão criando um contencioso que cria alguma confusão relativamente à mensagem para moderar e de repente "atacar".

Carlos Rodrigues desabafa: "Talvez fosse melhor o silêncio submisso, a delicadeza inconsequente, a diplomacia estéril cujo único resultado é garantir que o mais forte continuará a dominar o mais fraca, que a casta proscrita assim permanecerá: desfavorecida, controlada, dependente".

E questiona, sobre diversos temas, certamente para a eventualidade da mensagem evitar gritaria: "Será gritaria protestar quando o governo da república faz letra morta de uma lei da AR, botada por unanimidade, e impõe a sua vontade de forma unilateral, sem dar conta a ninguém, retomando o modelo de subsídio social de mobilidade que já tinha sido alterado?"; Será gritaria denunciar quando pessoas próximas do PS propõem que as regiões autónomas tenham um tratamento jurídico-administrativo semelhante às comunidades portuguesas residentes no estrangeiro e que seja um mero secretário de estado o interlocutor dos presidentes dos governos regionais ??!??".



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