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  • Henrique Correia

CDS diz que liberdade de expressão no fio da navalha é atrativo da profissão


Partido apresenta voto de congratulação pela passagem, hoje, do Dia da Liberdade de Informação




O CDS apresentou, no Parlamento Madeirense, um voto de congratulação pela Comemoração do Dia da Liberdade de Informação, que se assinala hoje, um bem precioso conquistado há 30 anos, no 25 de abril, e que, por essa razão, deve ser preservado.

O documento reconhece que "a questão económica é apontada como uma das grandes condicionantes à liberdade de informação, pelo que a falta de dinheiro conduz a uma diminuição do salário dos jornalistas e, como consequência, a precaridade aumenta", mas salvaguarda que "em Portugal, ao contrário do que se passa em muitos países no mundo, a imprensa é livre de informar os cidadãos sobre os assuntos relevantes para a vida pública. No entanto, os problemas associados à difusão da informação nem sempre são visíveis. Mais ainda num contexto de estado de emergência pela Covid-19, com uma crise mundial

difícil de gerir, essa liberdade de informação e esclarecimento à população, garante o acesso dos cidadãos a informação essencial sobre a evolução da pandemia, permitindo que todos conheçam a realidade tal como ela é e o que, de facto, se está vivendo na maior parte dos países do mundo".

Refere o texto que suporta o voto qu "a liberdade de informação pode, também, ser entendida como a liberdade de privacidade no contexto da internet e das tecnologias de informação tendo, por isso, um

compromisso com a verdade. É composta pelo direito de informar, de se informar e de

ser informado, garantindo em toda e qualquer instância, o direito ao respeito à vida privada.

É importante referir que, dois dos mais importantes fatores que influenciam

decisivamente a expressão real da liberdade de informação são o acesso às fontes e a igualdade de tratamento em regime de concorrência. Esta liberdade de informação exerce-se, na maior parte das vezes, sob o fio da navalha, mas é precisamente esse equilíbrio instável que constitui, em democracia, o principal atrativo desta profissão".


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