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  • Henrique Correia

CDS explica coligação como uma "frente autonomista" também na República


As eleições legislativas nacionais, na Madeira, serão entre autonomistas e centralistas.





O CDS Madeira fez uma publicação onde explica os propósitos da coligação com o PSD para as eleições legislativas nacionais antecipadas, a 30 de janeiro. Diz que "na Madeira, existem dois partidos profundamente autonomistas, o CDS-M e o PSD-M. A história prova-o".

Os centristas referem que "à coligação no Governo Regional, que tão bons resultados tem conseguido, trazendo estabilidade e previsibilidade à vida social, política e económica da Madeira e face aos desmandos do Governo central socialista, que não cumpriu praticamente nada daquilo que prometera aos madeirenses, o CDS-M e o PSD-M estenderam a coligação às eleições legislativas nacionais, no círculo da Madeira, criando assim uma frente autonomista que, na Assembleia da República, lutará pelos direitos dos nossos concidadãos".

Acrescenta a nota, com a imagem dos candidatos que integram a lista, designadamente o que está melhor colocado, Gonçalo Santos, em quinto, de difícil eleição, que "as eleições legislativas nacionais, na Madeira, serão entre autonomistas e centralistas. Será entre aqueles que defendem a Madeira e os direitos dos madeirenses e aqueles que, por cá, representam os interesses centralistas de Lisboa. Será nessa luta, no lado centro da história, que o CDS estará envolvido de corpo e alma. Agradecemos ao Gonçalo Santos e à Cláudia Vieira a disponibilidade para darem a cara nesta luta".

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