Buscar
  • Henrique Correia

CDS-M reage à suspensão da mobilidade para pagar só os 86 euros: "Prenda amarga"


"É hora dos autonomistas mostrarem que não se vergam aos centralistas e ao Terreiro do Paço".




"Mais uma vez, o governo de Lisboa prejudica a Madeira e os Madeirenses, que mais uma vez, tiveram outra prenda amarga no sapatinho". Foi esta a reação do CDS Madeira à decisão do Governo da República de suspender a Lei, aprovada na Assembleia da República, que actualizava o modelo do subsídio de mobilidade e que permitiria aos madeirenses e porto-santenses pagarem, apenas, o valor da comparticipação fixa - 86 euros - quando adquirissem a viagem, cabendo ao estado compensar as companhias aéreas.

O parceiro de coligação do PSD Madeira na governação regional refere, em comunicado, que "depois de nunca ter regulamentado a legislação aprovada no parlamento em 2019, o Governo de António Costa resolveu, agora, suspender a Lei, fazendo-o nas costas dos cidadãos da Madeira e do Porto Santo. O comportamento mostra a consideração que o Governo e o PS têm pela Madeira e pelos Madeirenses".

O comunicado do CDS acrescenta que "esta e outras malvadezas de um Governo que, segundo a própria ministra que o integra, Ana Abrunhosa, é o mais centralista de sempre, mostra que a 30 de janeiro, os Madeirenses e Porto-santenses devem mostra, nas urnas, a sua revolta, apoiando a coligação Madeira Primeiro, independentemente do posicionamento ideológico legítimo de cada um".

E por isso, o CDS-M pede: "É hora dos autonomistas mostrarem que não se vergam aos centralistas e ao Terreiro do Paço".


7 visualizações