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  • Henrique Correia

CDS queria videovigilância nos bairros sociais sob tutela da Sociohabita

Criação de um fundo de reserva para a manutenção e o cuidado dos prédios da tutela da Sociohabita Funchal


O CDS anunciou que viu hoje que foram abordadas duas propostas, uma relativa ao sistema de videovigilância, com a possibilidade de ser extensível aos bairros sociais que estão sob a tutela da Sociohabita Funchal, bem como outra proposta para a criação de um fundo de reserva para a manutenção e o cuidado dos prédios da tutela da Sociohabita Funchal, que seriam 10% das rendas já pagas pelos inquilinos.

"Nós consideramos que em virtude desta sensação de insegurança, que muitas vezes se vive no exterior destes prédios tutelados pela Sociohabita Funchal, seria uma mais valia para os residentes terem o sistema de videovigilância, que evita a pratica de atos ilícitos, que prejudicam a segurança das pessoas". A proposta foi chumbada pela maioria.

O CDS apresentou, também, uma outra proposta para a criação de um fundo de reserva para a manutenção e o cuidado dos prédios da tutela da Sociohabita Funchal, que seriam 10% das rendas já pagas pelos inquilinos. Não haveria um custo acrescido para os moradores, não queremos que vejam a sua renda a aumentar, mas sim do valor que já pagam ser retirado 10% exclusivamente para a manutenção e o cuidado dos prédios. Esta proposta foi, lamentavelmente, chumbada pela Confiança".

Ana Monteiro, vereadora centrista, afirma não concordar com os motivos apresentados pelo executivo, relativamente à primeira proposta, chumbada, com o argumento que é necessário uma justificação de crimes suficientes para colocarem as câmaras de videovigilância. Portanto, já estaríamos numa situação grave, quando a ideia é prevenir e evitar que isso aconteça. Relativamente à segunda proposta o executivo considera que não poderia determinar a percentagem para o apoio e manutenção dos prédios, que não podem separar do valor total arrecadado pela Sociohabita, sendo que é esta empresa que administra a totalidade da verba recebida.

Nós temos números, constantes no relatório de contas da Sociohabita Funchal em que indicam que o valor destinado a manutenção dos prédios é muito inferior a 10%, sendo que este valor proposto é o valor que consta na Lei de bases da habitação e é uma obrigação legal para todos os prédios que tem condomínio".


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