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  • Henrique Correia

Ciclovia no Ribeiro Seco é para "desmanchar" e passa a ser de veículos prioritários


Obra vai acontecer dentro de um mês e que terá o custo de 150 mil euros.


Na visita hoje efectuada à conclusão das obras da Ciclovia, na Estrada Monumental, junto ao Fórum Madeira, Pedro Calado destacou a "revisão" que foi efectuada ao projecto e que permite dois sentidos aos automobilistas, em concreto, na zona superior ao Hotel Baía Azul, em que só estava previsto "o sentido Funchal- Câmara de Lobos", referw uma nota da Autarquia.

O presidente da Câmara Municipal do Funchal relembrou que esta alteração ao projecto fora um "compromisso» assumido durante a campanha «eleitoral» para a autarquia, caucionado, como referiu pelos munícipes. «A população pediu-nos e assumimos o compromisso que se fossemos governo na cidade do Funchal tínhamos que mudar e refazer esta obra», adaptando-a e melhorando-a, de acordo com as «necessidades da população».

As razões para esta alteração devem-se a um conjunto de situação que «não eram admissíveis» e que colocavam em causa a mobilidade de toda aquela zona oeste da cidade, uma área com muito trânsito e forte crescimento habitacional, como explicou Pedro Calado.

Agora que a Ciclovia está terminada – obra avaliada em um milhão e 100 mil euros e estruturada em três fases, o troço A entre o Largo António Nobre e a Travessa do Valente, o troço B desde a Travessa do Valente para oeste, contemplando ainda a Rua Simplício Passos Gouveia e a Rua St. Helier, até à inserção deste arruamento com a Monumental, o troço C desde o final do B até à zona de ciclovia já existente e sobranceira à Ponta da Cruz, incluindo ainda o reordenamento urbanístico de toda a zona em frente ao Fórum Madeira – a autarquia já pode iniciar a remoção do troço de ciclovia, na Ponte do Ribeiro, que será transformada numa faixa prioritária para veículos de segurança e socorro, táxis e transportes públicos, o que deverá acontecer dentro de um mês e que terá o custo de 150 mil euros.

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