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  • Henrique Correia

Coligação "não ficou fragilizada" pela verba que Barreto recebeu em 2019


Miguel Albuquerque: "Se fosse ilegal, fragilizava; não é ilegal, não fragiliza. Tratou-se de um adiantamento"




Para Miguel Albuquerque, a situação relacionada com a verba de 29.880 euros, enviada pelo atual financiador do CHEGA César do Paço, ao líder do CDS Madeira, Rui Barreto, em 2019, com transferência para cinco contas pessoais, de elementos ligados à estrutura regional, não vai fragilizar a coligação governamental.

O presidente do Governo Regional coloca a discussão apenas do ponto de vista da legalidade e não de uma qualquer leitura sobre fragilização do Governo. "Se fosse ilegal, fragilizava; não é ilegal, não fragiliza", diz.

Albuquerque afirma ter a maior confiança no seu colega de governação regional, parceiro de coligação, e acredita que a situação ocorreu como descrita por Rui Barreto. Afirma que o comunicado do CDS foi muito claro, a situação não configurou qualquer ilegalidade, tratou-se de um adiantamento, de um empréstimo, que foi pago até ao ultimo cêntimo. O Dr. Barreto teve uma atitude de transparência, uma vez que a situação exigia esclarecimento. E ficou tudo claro".

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