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  • Foto do escritorHenrique Correia

Coligação PSD/CDS vence mas sem maioria absoluta


Pela sondagem do JM, PSD e CDS juntos conseguem 22 deputados, o PS 15, o JPP 4, o Chega 3, a Iniciativa Liberal 2 e o Bloco de Esquerda 1.



A sondagem publicada hoje no JM, desenvolvida pela Intercampus, oferece um resultado de 32,2% para a coligação PSD/CDS, seria igual se o PSD fosse sozinho, sendo que esta última hipótese iria levar o CDS a um resultado mínimo: 1,2%.

Dentro deste enquadramento, e uma vez que a coligação está fechada em acordo verbal entre Miguel Albuquerque e Rui Barreto, tendo presente os dados da sondagem, a coligação iria eleger 22 deputados, o que não dá maioria absoluta no Parlamento. E mesmo que, hipoteticamente, fossem a votos isoladamente, com acordo pós eleitoral, seria ainda assim insuficiente uma vez que juntando 32,2 a 1,2 daria mais um deputado (23), mas continuaria a faltar um para a desejada maioria absoluta, situação que obrigaria a coligação a "piscar o olho" ao Chega ou Iniciativa Liberal, cujo líder regional Nuno Morna já disse ser uma situação inviável por colocar de parte qualquer acordo com o PSD ou com o PS.

É verdade que a sondagem aponta para um número elevado de indecisos (25%), o que desde logo pode garantir outros números nas urnas, mas a verdade é que com estes indicadores, e numa mera apreciação dos números disponíveis, que valem o que valem neste momento, temos este enquadramento político na Região.

O PS teria 15 deputados com os 21% dos votos e o Parlamento via consolidar o JPP (4 deputados) bem como entrar o Chega (3), a Iniciativa Liberal (2) e o Bloco de Esquerda 1, que assim regressava à Assembleia Regional. Já o PCP, em declínio, perdia a representação parlamentar.


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