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  • Henrique Correia

Como era de esperar: nova variante ómicron já é dominante na Madeira


Miguel Albuquerque: "Não vamos encerrar nada e as aulas começam no dia 3, na Madeira, como estava previsto".



O presidente do Governo Regional revelou o que já era previsível, a nova variante da Covid-19, a ómicron, já é dominante na Madeira.

Miguel Albuquerque diz que a Ómicron é mais transmissível, mas menos grave em termos de consequência para as pessoas, sobretudo as que estão vacinadas. Neste sentido, já não se justifica um período de isolamento profilático muito grande, refere uma nota publicada nas plataformas digitais do Governo sobre as declarações do presidente à margem da entrega, hoje, no salão nobre do Governo Regional, de bolsas de mérito a estudantes madeirenses.

Miguel Albuquerque explica que a nova variante, a Ómicron, que já é também dominante na Madeira, tem elevado índice de transmissibilidade, mas consequências residuais, em termos de Saúde Pública, do que as causadas por variantes anteriores, sobretudo para os vacinados.

"Aprovámos hoje em conselho de Governo, a redução do período de isolamento profilático dos contaminados ou dos potenciais contaminados. Ao fim de cinco dias, se não tiverem sintomas e ao testarem negativo acabam o isolamento», sublinhou.

A medida, recorda, aplica-se sobretudo aos vacinados, porque os não vacinados estão sujeitos a uma situação muito mais grave do ponto de vista da Saúde Pública.

A grande diferença está nos contactos com casos positivos, onde os não vacinados têm de cumprir isolamento de cinco dias e quem for vacinado apenas tem de usar máscara, salvo surgimento de sintomas.

O chefe do Executivo relevou ainda que, na Região, as atividades económicas e sociais estão a funcionar. O Turismo, destacou também, está em alta. "Não vamos encerrar nada e as aulas começam no dia 3, na Madeira, como estava previsto», reiterou.

"Como vamos começar as aulas presenciais, com a relativa normalidade, queremos que os pais façam o esforço no sentido de vacinarem os filhos e alcançarmos assim um índice de vacinação muito elevado na Madeira, no sentido desta pandemia se transformar numa endemia», apela.

Nessa informação publicada, o líder madeirense admite ainda que a Região possa vir a encurtar os prazos para a terceira dose de vacinação.


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