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  • Henrique Correia

Confiança classificou de "caótica" a recolha de lixo e a limpeza urbana


Saíram 40 colaboradores do setor e o preenchimento de vagas só deverá ocorrer em finais de 2023.




A coligação Confiança deu conta que na reunião de Câmara do Funchal classificou de "caótica" a recolha do lixo e a limpeza urbana, facto que afeta negativamente o dia-a-dia de quem vive e trabalha na cidade. Através de uma política deficiente na organização dos circuitos de recolha e persistentes avarias na frota, o Funchal vive hoje uma incapacidade premente para dar resposta à limpeza das ruas.

Refere a Confiança que "o Departamento de Ambiente, até ao final do anterior mandato, tinha vindo a funcionar com um conjunto de colaboradores e meios que correspondiam às exigências da recolha de lixo e limpeza urbana. A actual vereação deu início a um concurso de recrutamento de 40 colaboradores, que se prevê que apenas integrem os quadros do município no final de 2023. Em paralelo, desde o inicio do atual mandato até ao final de 2023 sairam do Departamento de Ambiente da Câmara Municipal do Funchal, por reforma, cerca de 40 colaboradores".

“Apesar do que tem vindo a ser proferido pelo actual presidente da câmara, os novos elementos em processo de recrutamento apenas colmatarão a saída por reforma dos atuais colaboradores, não havendo qualquer investimento do executivo PSD no reforço de recursos humanos para uma área estruturante da cidade”, refere a vereadora Cláudia Dias Ferreira.

“Chegada esta época de Natal, onde naturalmente se verifica um aumento substancial de resíduos, é normal uma pressão acrescida sobre os serviços de recolha do departamento de Ambiente. Todavia, só no final de Novembro o executivo “acorda” para o problema e lança atabalhoadamente um concurso público internacional para a prestação de serviços de recolha de lixo, concurso este que só estará concluído no final do 1º trimestre de 2023, não contribuindo de forma alguma para colmatar as necessidades prementes desta quadra”, reforçou a vereadora.

Atualmente os funchalenses são vítimas da incapacidade do executivo em implementar uma gestão atempada e planificada, quando se apressou a comprar carros de luxo para o presidente e a abrir vagas para 100 dirigentes num lamentável pagamento de favores partidários, mas se esqueceu de assegurar a aquisição dos veículos e o recrutamento dos trabalhadores necessários para cumprir com as tarefas elementares de limpeza da cidade. Dada a situação actual, a Confiança teme que o Funchal se torne uma cidade suja, com lixo acumulado nas ruas,

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