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  • Henrique Correia

Confiança pede a Calado para proteger as famílias na defesa da sua habitação


"Os mais recentes dados do sector imobiliário no Funchal apontam para um aumento de 30% no valor médio das rendas para habitação, um aumento de 26% no valor da compra de casas e uma redução da oferta habitacional em 17%".



Uma nota da coligação Confiança na Câmara do Funchal deu conta que "o imobiliário na cidade revela o caracter urgente do estabelecimento de medidas para proteger os funchalenses no acesso à habitação em 2023, depois de, no ano passado, a maioria PSD ter chumbado todas as propostas apresentadas à Câmara Municipal do Funchal pela equipa da Confiança com esse objectivo".

A equipa autárquica de Miguel Gouveia refere que "os mais recentes dados do sector imobiliário no Funchal apontam para um aumento de 30% no valor médio das rendas para habitação, um aumento de 26% no valor da compra de casas e uma redução da oferta habitacional em 17% o que pode estar a criar uma situação insustentável para quem procura uma habitação na cidade capital da Madeira".

Para piorar a situação, "as subidas das taxas de juro Euribor, cujas revisões já se fazem sentir nos orçamentos familiares, com aumentos nas prestações dos empréstimos a atingirem as centenas de euros por mês, e tornando-se incomportáveis para muitos agregados familiares.

“A lei confere a habitação como uma atribuição municipal e, como tal, a CMF deve assegurar que nenhuma família perca a sua moradia por dificuldades de pagamento dos créditos à habitação das subidas de taxas de juro. Deve ainda garantir aos jovens da nossa cidade o acesso a uma habitação digna, criando medidas que limitem o galopante aumento de preços que se assiste no mercado imobiliário, seja de compra ou de arrendamento.”, salienta o vereador Miguel Silva Gouveia. “O Funchal tem que ser pensado para que os funchalenses possam continuar a viver nesta cidade. Infelizmente, o que verificamos actualmente por parte de quem gere o município é uma obsessão com agradar a alguns interesses privados, empurrando os funchalenses para a periferia e para outros concelhos” lamenta o autarca lembrando que “as casas são para as pessoas, não para os investidores”.


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