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  • Henrique Correia

Confira a mensagem dos partidos pelo círculo da Madeira


Hoje é o último dia de campanha para as eleições legislativas nacionais de 30 de janeiro.



SÉRGIO MARQUES (PSD/CDS) : “A nossa candidatura não foi uma candidatura de um homem só, não foi uma delegação ou embaixada da República aqui na Madeira nem tampouco tentou camuflar quem quer que fosse, desviando-se do objetivo central destas Eleições” afirmou, o cabeça-de-lista da coligação PSD/CDS “Madeira Primeiro". Não nos iremos esquecer a quem devemos a nossa eleição e, acima de tudo, daquele que é o nosso grande e principal objetivo e que passa por sermos uma voz ativa e forte da Madeira a nível nacional”,




CARLOS PEREIRA (PS): "É muito importante que no próximo domingo os madeirenses e porto-santenses vão votar no Partido Socialista, de modo a não travar tudo aquilo que foi alcançado para a Região e para o País nos últimos seis anos.

Numa ação de campanha no centro do Funchal, o cabeça de lista do PS pelo círculo eleitoral da Madeira lembrou que o PSD e o CDS “puniram e maltrataram os madeirenses” quando governaram Portugal, alertando, por isso, para que as pessoas não se esqueçam disso.




ÉLVIO SOUSA (JPP): "Estamos à beira de eleger deputados e comprovar que o projeto JPP pode ser uma alternativa ao PSD que já somos, mas também, ao Partido Socialista”. Podem confiar em nós, JPP, não só para vigiar o PS e o PSD, seja na República, seja na Madeira, mas também, na certeza de que esta é a oportunidade, de que este é o momento certo, único, para levar um partido nascido e criado na Madeira que, embora seja nacional, tem representação regional”.



DUARTE GOUVEIA (Iniciativa Liberal): “O mercado de trabalho é cada vez mais global, principalmente entre os trabalhadores mais qualificados. Altas taxas de IRS para salários elevados em Portugal, mas medianos no resto do Mundo, cria um incentivo à saída de trabalhadores altamente qualificados para esses países, normalmente países liberais. O que propomos, com a taxa única de 15%, que admitimos que num primeiro momento seja desdobrada numa outra de 28%, não irá fazer com que ninguém pague mais de imposto do que o que actualmente paga”.



HERLANDA AMADO (CDU): "Deitados ao lixo são os votos desperdiçados nos partidos que não defendem os direitos das populações!

No domingo os Madeirenses e Portosantensses, irão demonstrar com a força do seu voto, a todos aqueles que lhes "entram pelas televisões" dizendo, que está tudo decidido, que NÃO, não está. O voto é meu e o meu voto é confiado à CDU porque é a única força, que está diariamente com as populações na rua, nas empresas e locais de trabalho, que está nos sítios e localidades".




LUÍSA SANTOS (BE): "Os madeirenses e porto-santensses podem escolher à esquerda, com impostos como o que taxou as casas de luxo (imposto Mortágua), ou à direita, com o PSD e outros, que querem promover a existência de seguros privados que nunca atendem às doenças graves ou investimentos dos nossos impostos em bancos e em acções, que podem desaparecer num segundo. São estes os cenários que existem e que distinguem um governo de esquerda de um de direita".




JOSÉ MANUEL COELHO (PTP): candidato do PTP fala da necessidade de reformar as instituições do Estado. Em especial aquelas que não cumprem o fim para a qual foram criadas devem ser extintas para bem dos contribuintes!

"Sou a Voz dos oprimidos e explorados. Mais Salário, Reformas dignas é o meu lema na minha candidatura no PTP (Partido Trabalhista Português) às eleições para a Assembleia da República".




TIAGO CAMACHO (LIVRE): "Estimular as economias regionais, fomentando os mercados regionais e locais, as pequenas e médias iniciativas e as redes de produção e consumo local; promovendo o associativismo e a cooperação entre produtores; limitando o licenciamento de grandes superfícies e defendendo os mercados municipais como ponto de comercialização de produtos locais; localizando as plataformas logísticas e parques empresariais promovidos pelas autarquias de forma a potenciar as sinergias entre empresas, instituições públicas e da Sociedade Civil, a ligação a redes de transporte ferroviária e rodoviária, e dotando-os de sistemas de transporte público com os principais aglomerados populacionais da região; adotando políticas de compras públicas locais, orientadas prioritariamente para ofertas ecológicas e com garantia de qualidade alimentar; implementando esquemas de moedas locais".




LIANA REIS (RIR): "Estamos fartos da política convencional, das mentiras e das promessas enganadoras...Estamos fartos de ver sempre os mesmos protagonistas e com a falta de democracia com que se atropelam uns aos outros em campanhas eleitorais de difamação e mal dizer..."

O apelo é o não voto em António Costa, o primeiro-ministro que "prejudicou a Madeira e os madeirenses. Oerante situações malabaristicas e de vingança, não confiem o voto no PS".




MARTINHO JESUS GOUVEIA (CHEGA): "O governo regional deve rever e renegociar o contrato da linha marítima entre a Madeira e Porto Santo, de modo a favorecer os Madeirenses e Portosantenses. O candidato do Chega defende que a linha marítima tem de ser assegurada nos 12 meses do ano civil, nas semanas em que o Lobo Marinho esteja em manutenção Anual ou por alguma avaria de força maior, o armador seja obrigado a fretar um navio para garantir o serviço marítimo entre ilhas.




JOAQUIM SOUSA (PAN): Joaquim Sousa defende um sistema público funcional, que responda às necessidades dos utentes. Como se viu na pandemia, o serviço de saúde foi aquele que deu resposta. Para o candidato do PAN, nestas eleições "não vamos escolher nem Rui Rio nem António Costa, vamos eleger deputados", apontando críticas a partidos como o PSD e CDS, pela coligação regional, "que não é boa solução para a Madeira", mas também como o PS "que anda um bocadinho de lá para cá e daqui para lá".

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