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  • Foto do escritorHenrique Correia

Costa solidário com Sérgio mas: "Não é fácil ser socialista na Madeira"




Líder nacional do PS e primeiro-ministro enumera apoios da República: verbas para a conclusão do aeroporto da Madeira, a Lei de Meios na sequência do temporal de 20 de fevereiro, a garantia do helicóptero de combate a incêndios, quando antes se dizia que não era possível, e também a comparticipação de 50% do valor da construção e equipamentos do novo hospital.



O secretário-geral do Partido Socialista veio hoje à Madeira manifestar total apoio a Sérgio Gonçalves na corrida às eleições legislativas regionais e garantir que a Madeira poderá contar sempre com o apoio da República.

"Num comício que encheu o Fórum Machico e que foi precedido por um breve contacto com a população no centro daquela cidade, António Costa deixou uma saudação especial ao líder do PS-M, desejando-lhe “as maiores felicidades” e expressando “todo o apoio de todos os socialistas” à sua candidatura a presidente do Governo Regional da Madeira", refere uma nota do partido.

António Costa, que reconheceu que não é fácil ser socialista na Madeira, deixou uma saudação especial a todos e assegurou que, “como em todas as horas, está aqui a apoiar esta luta do PS na Região Autónoma da Madeira”.

O líder nacional do PS salientou o empenho, a honra e orgulho com que os socialistas madeirenses sempre se apresentaram a cada eleição e deixou um repto para o desafio eleitoral de 24 de setembro: “Com toda a confiança, com toda a energia, com toda a determinação e com muita alegria partam para esta nova campanha eleitoral com a ambição de sempre, servir os madeirenses e servir a Madeira”.

Depois de salientar o papel das Autonomias enquanto instrumento de desenvolvimento dos territórios insulares, António Costa lembrou os momentos em que a República, governada pelo PS, mostrou solidariedade para com a Região, desde as verbas para a conclusão do aeroporto da Madeira, a Lei de Meios na sequência do temporal de 20 de fevereiro, a garantia do helicóptero de combate a incêndios, quando antes se dizia que não era possível, e também a comparticipação de 50% do valor da construção e equipamentos do novo hospital. E quando tal acontece, sublinhou, “não é para que nos agradeçam”. “Estamos cá para servir os madeirenses”, disse, afiançando que “a Madeira pode continuar a contar com a República e com o PS, como sempre contou e sempre contará sempre que for necessário”.

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