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  • Henrique Correia

Costa veio à Madeira pedir maioria absoluta a 30 de janeiro


Carlos Pereira adiantou que o PS-Madeira é único garante da defesa dos interesses da Madeira na Assembleia da República.





O secretário-geral do Partido Socialista apelou, hoje, à mobilização para que seja possível alcançar uma maioria absoluta nas eleições do próximo dia 30, para assegurar quatro anos de governação do PS que garanta estabilidade para o País e tranquilidade para os portugueses.

Num encontro com a população, em Machico, António Costa disse que o País não pode estar adiado, que é preciso agarrar as oportunidades e que é tempo de “arregaçar as mangas e executar aquilo que negociámos com a União Europeia”. O líder socialista deu conta do intuito de continuar a fazer progredir os salários e o nível de qualificações dos portugueses e salientou que, “para que o País não pare, precisamos de ter estabilidade nas políticas e estabilidade que devolva tranquilidade à vida dos portugueses”, refere uma nota do gabinete de comunicação dos socialistas.

Por seu turno, Carlos Pereira adiantou que o PS-Madeira é único garante da defesa dos interesses da Madeira na Assembleia da República.

O cabeça de lista pelo círculo eleitoral da Madeira lembrou as conquistas que foi possível alcançar para a Madeira nos últimos seis anos, graças ao empenho dos deputados do PS-M e ao diálogo construtivo com o Governo da República. Como exemplos, apontou o cofinanciamento do novo Hospital, o financiamento a 100% dos cabos submarinos e um valor robusto do Plano de Recuperação e Resiliência para a Madeira, lamentando que o Governo Regional não tenha feito chegar esses apoios ao tecido empresarial e ao setor privado.

Pelo mesmo diapasão afinou o presidente do PS-M, que lançou duras críticas ao líder do PSD, a quem acusou de não ser autonomista, mas sim um centralista. “Rui Rio não vem à Madeira nem aos Açores nesta campanha eleitoral. É um mau sinal, ao contrário de António Costa, que começou a campanha nos Açores e na Madeira”, disse Paulo Cafôfo, classificando a atitude do líder social-democrata como uma falta de respeito pela autonomia e pelos povos insulares.

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