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  • Henrique Correia

Covid-19 justifica "ajuste direto" para obra de 1 milhão que vai dar mais 10 enfermarias

Os fundamentos desta celeridade processualr apontam a "importância e urgência tendo em conta a realidade excecional, de emergência pública, com o aumento de casos na Região"


O Governo Regional autorizou a obra de 1 milhão por "ajuste direto" para agilizar o processo de construção de emergência, no Hospital Dr. Nélio Mendonça, relativa à unidade de intenamento Covid-19. Um milhão e mais qualquer coisa por causa do IVA. Foram seguidos "os pressupostos do regime excecional da contratação pública devido à pandemia COVID-19". A empreitada será realizada no prazo máximo de 70 dias.

Os fundamentos foram dados pelo Serviço Regional de Saúde ao Governo, revestindo-se "de particular importância e urgência tendo em conta a realidade excecional, de emergência pública, provocada pelo vírus SARS CoV-2, originário da doença COVID-19, o agravamento da referida crise pandémica e, consequentemente, o aumento do número de casos na Região, o que exige que rapidamente sejam criadas instalações adequadas ao seu combate", explica uma nota do Governo publicada nas plataformass oficiais.

A futura área de internamento COVID-19 estará dotada de 10 enfermarias, com capacidade total de 12 camas, instalações sanitárias, sala de tratamento de sujos, sala de trabalho de profissionais e área administrativa. De salientar a necessidade de os espaços estarem dotados de controlo de pressão, capacidade para instalação de ventiladores apropriados e rede de gases medicinais adaptada. 

“Tendo em conta a atual situação pandémica e o aproximar do período predominante de gripe viral, responsável pelo incremento das taxas de hospitalização, uma grande preocupação do SESARAM, todos os esforços têm de ser feitos no sentido de dotar o Hospital Dr. Nélio Mendonça das condições necessárias para acolher, da melhor forma, doentes COVID e não COVID, e também para o SESARAM poder disponibilizar a todos os profissionais de saúde as adequadas condições de trabalho”, defende o Secretário Regional de Equipamentos e Infraestruturas, Pedro Fino

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