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  • Foto do escritorHenrique Correia

Cristina Ferreira: "Liberdade de expressão não é liberdade de agressão"


Figura da televisão foi ao Parlamento entregar uma petição com 50 mil assinaturas para regular as redes sociais para não haver "insultos, julgamentos sumários e agressões gratuitas".


Facebook Cristina Ferreira.


Popular e polémica. Estes "requisitos" são determinantes para criar ambientes de verdadeira guerra de palavras nas chamadas redes sociais, uma "mundo livre" que, em determinados aspetos, deveria estar regulamentado. Isso mesmo foi dizer a "cara" de destaque da TVI Cristina Ferreira à Assembleia da República levando uma petição no sentido de sensibilizar a ação política para a importância de uma intervenção Legislativa.

A diretora do entretenimento daquela estação televisiva explicou, no Facebook, ter ido ao Parlamento "defender a petição assinada por mais de 50 mil pessoas na sequência do lançamento do livro cuja temática assenta na disseminação do discurso de ódio na internet. A discussão foi feita com representantes dos vários partidos com assento na assembleia e segue para plenário em breve. A tipificação do crime de ofensa nas redes sociais e a criação de uma entidade reguladora foram alguns dos pontos por mim defendidos nesta comissão".

Cristina Ferreira acrescenta que "a liberdade de expressão não pode ser confundida com a liberdade de agressão. A necessidade de debate e regulamentação foi referida por todos como preemente e, por isso, avançar para plenário deixa-me profundamente feliz e convicta de que a minha voz está a ser usada num tema da mais profunda relevância social. Nas redes sociais somos todos figuras públicas. E, sem formas de regulação e sem o seu exercício, julgamentos sumários e agressões gratuitas continuarão a multiplicar-se impunemente na internet. Um espaço de socialização importantíssimo para não ter um olhar célere e capaz de prevenir futuros danos geracionais. Hoje foi um dia importante".

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