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  • Foto do escritorHenrique Correia

Decisão de Albuquerque "embaraça" PSD e Montenegro



"Acho que tenho todas as condições políticas, nunca fui comprado por ninguém, tenho a minha consciência tranquila e estou preparado para defender-me em todas as instâncias”





A nova Direção do PSD-Madeira a sair do Congresso do partido, a 20 e 21 de abril, vai decidir todas e quaisquer decisões quanto ao futuro do Partido e ao futuro da Região, bem como quanto ao facto do PSD/M concorrer ou não em coligação. Esta ideia foi passada por Miguel Albuquerque, hoje, depois da Comissão Política.

"Fontes" garantem que a confiança do líder é de tal ordem que neste momento o objetivo é o PSD ir sozinho e tentar descartar o CDS e o PAN, que podem correr o risco de perder representação parlamentar. Querem que Albuquerque saia, Montenegro "obrigou" à demissão, há contestação interna, em surdina, então Albuquerque faz o contrário e "embaraça o PSD e Montenegro em contexto de eleições: "Quase de certeza que serei candidato à liderança do PSD/Madeira, porque acho que tenho todas as condições políticas, nunca fui comprado por ninguém, tenho a minha consciência tranquila e estou preparado para defender-me em todas as instâncias”, disse, reforçando que aquilo que foi decidido em Lisboa, a propósito dos processos em curso “é bastante esclarecedor para toda a gente”.

“Não temos medo de assumir as nossas responsabilidades”, garante Albuquerque

O PSD/Madeira, neste momento, assume as suas responsabilidades, não temos de ter medo de correr riscos nem de ir a Eleições”, vincou, ainda, o Líder dos Social-democratas, em declarações aos órgãos de comunicação social, numa ocasião em que fez questão de sublinhar que o mais importante, neste momento, é proceder à clarificação interna que se impõe, nunca esquecendo que aquilo que está em causa é o futuro da Madeira.

“Nós não vamos deixar a Madeira ficar a andar para trás, nós não vamos parar os investimentos e muito menos vamos fazer com que o nosso povo volte a viver como no passado, onde era colonizado e mandado a partir de Lisboa e não tinha qualquer possibilidade de tomar decisões relativamente ao seu destino coletivo”,


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