Depois das férias os "ovos da Páscoa": República vai ajustar dinheiros do Hospital
- Henrique Correia

- 22 de abr. de 2025
- 2 min de leitura
Montenegro trouxe promessas em vésperas de eleições: "Mesmo que venha a exceder o montante previsto, este investimento terá o devido financiamento da República". Promessa se o PSD ganhar eleições, claro.

O primeiro-ministro está na Madeira e depois de ter aqui passado as férias da Páscoa, veio a agenda pública para uma espécie de distribuição de "ovos pascais" na reentrada da agenda política a "cheirar" a campanha para as legislativas nacionais antecipadas de 18 de maio.
Luís Montenegro visitou a obra do novo Hospital da Madeira e deixou promessas que vindas da República caem sempre bem: "Os compromissos assumidos para com os Madeirenses e Porto-Santenses serão integralmente cumpridos na próxima Legislatura, desde logo os relacionados com o ajustamento dos apoios à obra do novo Hospital, face ao aumento dos custos.
“Naturalmente que estamos disponíveis para encontrar uma solução para este projeto que é de muitos anos. Teremos disponibilidade para cumprir o nosso compromisso e para assegurar que esta obra vai mesmo realizar-se”, disse, assumindo que mesmo que venha a exceder o montante previsto, este investimento terá o devido financiamento da República.
"Sublinhando o facto da Região ter conseguido garantir, nas últimas Eleições Regionais, a estabilidade e as condições de governabilidade que há muito eram desejadas – objetivo esse que espera, agora, conseguir alcançar no que respeita ao País – o líder do PSD Nacional e candidato pela AD – Coligação PSD/CDS a Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, encerrou, esta manhã, numa visita à obra do futuro Hospital Central e Universitário, aquela que foi a primeira parte da Jornada de trabalho que se encontra a desenvolver hoje na Madeira, tendo antes visitado a ARDITI", refere uma publicação na plataforma digital do PSD-M.
“Estamos empenhados em garantir, para Portugal, um ciclo de quatro anos de estabilidade politica e de governabilidade, dando continuidade a estes primeiros onze meses de trabalho que creio que os Portugueses apreciaram”, disse.





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