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Diocese releva o padre Martins e a transição pacífica da Ribeira Seca

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 13 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

"Foi um sacerdote que, ao longo da sua vida, defendeu o seu projeto para a Madeira e para o povo madeirense", refere a Diocese pedindo "a Deus que o acolha na sua paz e no seio dos justos".




A mensagem de hoje, da Diocese do Funchal, sobre o falecimento do padre Martins Júnior, era impensável há uns anos, foram anos em que tanto o poder político como o poder religioso estavam em sintonia relativamente aos eventuais "perigos" daquilo que se dizia ser a "ação subversiva" do pároco que liderou a "terra libertada" da Ribeira Seca, onde um povo garantia a defesa do padre, e mais tarde político, contra a instituição Igreja Madeirense, que pelas mãos do então Bispo D. Francisco Santana, talvez o Bispo mais político que se viu na Região, suspendeu "a divinus" o padre.

Hoje, um dia depois da morte, e perante o silêncio das principais entidades oficiais da Região, a Diocese do Funchal, pela mão do atual Bispo D. Nuno Brás, que levantou a suspensão em 2019, fez publicar uma nota de conteúdo muito curioso, interessante, mas também com uma posição nova da Igreja perante o homem, o padre, a paróquia do tempo da dita "revolução". Uma nota para juntar à História:


"Mensagem da Diocese do Funchal pelo falecimento do padre José Martins Júnior


A diocese do Funchal presta homenagem à memória do Padre Martins Júnior falecido ontem à noite. Foi um sacerdote que, ao longo da sua vida, defendeu o seu projeto para a Madeira e para o povo madeirense, e no qual muitos se reviram. A diocese saúda a sua vontade de regresso à comunhão eclesial em 2019, bem como a transição pacífica realizada na paróquia da Ribeira Seca.


Pede a Deus que o acolha na sua paz e no seio dos justos.

 
 
 

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