easyJet anuncia reforço mas faz de conta que pode sair
- Henrique Correia

- 13 de abr.
- 1 min de leitura
Companhia veio à Madeira reforçar as declarações do Governo Regional no sentido de reparar uma alteração ao Modelo de Mobilidade, a inexistência de teto no preço das viagens.

A easyJet veio à Região para fazer um papel duplo, um de caráter comercial, outro político. Por um lado, anuncia o reforço da operação, comercial, por outro diz o mesmo que diz o Governo Regional e faz de conta que sai se deixar de haver teto nas viagens de residente. Uma espécie de "matar dois coelhos de uma cajadada só", com o beneplácito de Jesus, o secretário que tem a tutela e que já disse o mesmo da easyJet para pressionar a uma alteração no que foi aprovado.
O Diário relata que José Lopes, director-geral da easyJet em Portugal,
sublinhou que "sem um tecto, existe maior margem para o aumento das tarifas, o que pode encarecer o acesso à Região e reduzir a procura, sobretudo por parte de não-residentes. Esse cenário poderá levar as companhias aéreas a ajustar a capacidade, com impacto directo na oferta de voos".
No mesmo sentido, o secretário regional Eduardo Jesus diz que "as transportadoras programam a sua operação com base na procura antecipada”, disse, avisando que a eliminação de incentivos à compra antecipada pode levar a aquisições de última hora e comprometer a oferta de voos", refere o Diário.



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