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  • Duarte Azevedo

Eleição por círculos concelhios só favorecia a coligação



Todos os outros partidos ficariam a perder e a representatividade parlamentar ficava aquém (4) daquela que o círculo único deu nestas Regionais (9)



A questão relacionada com os círculos eleitorais tem sido alvo de debate em diversas ocasiões desde que houve a transição para o círculo único regional, em 2007. Um tema curioso, que vem sempre ao de cima sempre que se disputam as Regionais. E se a eleição fosse com círculos concelhios, como foi até 2004? Até que ponto beneficiaria uns e prejudicava outros, até que ponto alterava o quadro parlamentar?

Na realidade, as alterações seriam muitas e a representatividade da Assembleia ficava num desequilíbrio relativamente ao que é hoje com o círculo único.

Uma diferença abismal em função dos resultados verificados a 24 de setembro. A Coligação, que venceu em todos os concelhos, no global ganhava de "goleada" traduzida pelos mandatos no Parlamento, seriam 32 deputados assim à primeira.

Além disso, a Assembleia estaria longe desta diversidade representativa de 9 partidos, seriam apenas 3, o PS ficaria com 10, o JPP com 3 e o Chega com 2.

Com os resultados de domingo e numa extrapolação aproximada utilizando o método de Hondt numa eleição por círculos concelhios, fonte segura com as contas feitas tendo em vista este enquadramento fez-nos chegar os resultados que estaríamos hoje a constatar se não estivessemos num círculo único que impediu a coligação de chegar à maioria absoluta, obrigando o PSD a negociar com o PAN, além de permitir a eleição de deputados de nove forças políticas.

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