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  • Henrique Correia

Emprego e faixa mais vulnerável merecem atenção na pasta de Rita Andrade


Este orçamento permitirá manter, em 2023, os apoios sociais diretos à população, com capacidade também de os reforçar.





A secretária regional de Inclusão Social e Cidadania apresentou um orçamento no âmbito do PIDDAR 72,7 milhões de euros, dos quais 62,7 milhões para investimentos do plano, refere uma nota publicada pelo gabinete de comunicação do Parlamento.

Rita Andrade garantiu que “É um orçamento que globalmente, tem um forte cariz social, que contempla, não só, as áreas de promoção do emprego e apoios sociais à população em situação de maior vulnerabilidade, como também as da saúde e educação, que se mantêm como áreas prioritárias para o Governo Regional em 2023. Temos um compromisso social forte e notório, totalmente estruturado para alcançar, de forma rigorosa e permanente, uma cada vez maior e melhor coesão e inclusão social. E este orçamento permitirá manter, em 2023, os apoios sociais diretos à população, com capacidade também de os reforçar, se necessário.”

O compromisso do Governo Regional no apoio às famílias com menores rendimentos, sem descurar o apoio à competitividade das empresas, mantém-se, estando já agendada a próxima reunião da comissão permanente de concertação social, na qual será discutida a proposta de Retribuição Mínima Mensal Garantida a vigorar na Região Autónoma da Madeira, para o ano de 2023. Lembro que, desde 2015 até 2022, se registou um aumento superior a 40% no Salário Mínimo Regional. Este é um orçamento rigoroso e realista, com o intuito de promover uma melhor integração social; uma maior inclusão das pessoas mais vulneráveis; que visa promover a economia social; melhorar as condições de trabalho e promover o crescimento, a criação de emprego, a redução da pobreza e da exclusão social, bem como esbater assimetrias socioeconómicas.”

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