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  • Henrique Correia

"Este executivo vai deixar uma grande dívida para com os camaralobenses"

A crítica é do vereador do CDS direcionada para a liderança de Pedro Coelho do PSD

"Numa altura em que todas as Câmara Municipais têm aprovado medidas de apoio às famílias e empresas, esta Câmara exalta o facto de ir à banca endividar-se em 5.750 000 de euros, ou seja, este executivo vai deixar uma grande dívida para com os camaralobenses, para satisfazer o seu caderno eleitoral". Esta declaração foi proferida pelo vereador do CDS na Câmara de Câmara de Lobos, na reunião autárquica. A Câmara, como se sabe, é do PSD, liderada por Pedro Coelho.

Amílcar Figueira diz que "a conjuntura atual recomenda rigor nas contas e prudência nos investimentos" e explica que "não é, e nunca será contra as obras de proximidade, será sim contra as obras eleitoralistas. Se investirmos o pouco que temos em obras que podem esperar, pouco ou nada irá sobrar para ajudar as famílias e as empresas que precisam de apoio como nunca. Se a opção for gastar em obras não haverá taxa mínima de IMI nem poderemos devolver a totalidade do IRS às famílias. E estas seriam as opções do CDS, aliviar os camaralobenses da carga fiscal impostas pelo município"

Antes que digam que o CDS é contra o investimento, ressalva Amílcar Figueira,  "o CDS é a favor sim das obras de proximidade, do apoio às famílias e às empresas, mas é contra cadernos eleitorais com obras que podem esperar. Para o CDS, as prioridades de hoje são claras, são de ordem social, ajudar as famílias, em especial, as famílias afetadas pela crise económica provocada pela pandemia"

O sentido de voto do CDS foi contra as taxas de IMI, direitos de passagem, participação do Município no IRS. A favor do IMI familiar e abstenção nos empréstimos a médio e longo prazo.

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