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  • Henrique Correia

Exigido documento de identificação para entrar nas barraquinhas da Placa Central


Abusos levam a nova verificação no Mercadinho de Natal e horário foi alargado, esta semana, até à meia noite. O problema é para controlar rápido se houver enchente.



O Mercadinho de Natal tem regras de acesso apertadas, como se sabe, com apresentação de certificado de vacinação e teste negativo. E agora, também, desde esta semana, com a apresentação de documento de identificação. Dizem que havia abusos, muitos apresentavam testes de outras pessoas e ainda por cima faziam publicidade desses "feitos" nas chamadas redes sociais. Como consequência, vem também um documento de identificação e o alargamento do horário até à meia noite para viabilizar uma outra oferta em termos de horário.

O espaço, dizem, pode levar 2500 pessoas, sendo que a organização pretende que no caso de um número dessa dimensão, as garantias possam ser as máximas devido ao aumento de infeções de Covid-19. Pode mesmo dizer-se que o acesso ao Mercadinho de Natal é o único que funciona, rigorosamente, com as exigências apontadas inicialmente. O comércio e a restauração não questiona clientes nem tem meios para questionar. Nem a lei obriga.

A verdade é que as barraquinhas têm andado sem grande movimento, presume o Governo que os dias próximos ao Natal possam levar mais gente, até porque a prevenção garantida pelo teste semanal tem mobilizado muitos madeirenses. Mesmo assim, pouca gente na poncha e na ginja, logo se vê se no forte do Natal se há enchente.

Mas há um outro problema. Se em condições normais, a segurança tem dificuldade para controlar certificado e teste, provocando algumas filas em dias movimentados, com uma terceira verificação de documento de identificação, a situação pode agravar-se e provocar impaciências e desistência, o que será mau para o negócio que anda muito por baixo.

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