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  • Henrique Correia

Exoneração do CEMA abre "equívocos" entre Governo e Presidente da República


Marcelo já veio dizer que este não é o tempo para falar de substituição e aponta três equívocos neste processo.




É a mais recente "bronca" que envolve o Governo da República e o Presidente da República. O Executivo de Costa, através do ministro da Defesa João Cravinho, propôs ao Chefe de Estado a exoneração do Chefe de Estado Maior da Armada, muito antes do final da missão, que terminava em março de 2023. A ideia do Governo é nomear o vice almirante Gouveia e Melo, que acaba de cessar funções na taske-force da vacinação contra a Covid-19.

Acontece que a decisão cabe ao Presidente da República e Marcelo já veio dizer que este não é o tempo para falar de substituição e aponta três equívocos neste processo. Primeiro, há um timing definido para a substituição, que previa saída antes do tempo, mas não agora. Segundo equívoco prende-se com posições do CEMA discordando do Governo, mas onde acabou por prevalecer o respeito e lealdade instotucionais. Terceiro equívoco tem a ver com a substituição, que só faz sentido falar nomento certo, que não é este. As notícias acabaram por envolver o nome do vice almirante Gouveia e Melo, que merece a condecoração que entreguei e o agradecimento de todos os portugueses. E por isso mesmo, o seu mérito, a sua classe e sua categoria dispensam o ser envolvido numa situação em que pudesse aparecer como de atropelamento de pessoas e instituições. Não seria bom para as pessoas e para as instituições".


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