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  • Duarte Azevedo

Federação Portuguesa de badminton anuncia alterações regulamentares a partir de Janeiro


Mais jogos, mais competitividade são alguns dos objetivos


A Federação Portuguesa de Badminton (FPB) divulgou hoje a reformulação dos regulamentos afetos à competição nacional, um trabalho fruto de vários contributos de agentes da modalidade.

Recorde-se, a propósito, como já foi no ALERTA referido, o badminton passou a ter a sua época coincidente com o ano civil, o que acontecerá pela primeira vez em 2021.

Quanto às modificações competitivas implementadas, é referido, por exemplo, que houve a necessidade ‘de padronizar os escalões etários de Não Seniores e Veteranos de acordo com as normas internacionais’.

No que aos Não Seniores a ideia é um aumento de competição e competitividade nas Fases Nacionais das Jornadas do Circuito referente, introduzindo-se o Mini-Badminton nos escalões de Sub 9 e Sub 11, com regras mais adequadas a essas idades. De notar que as Fases Finais de todos os escalões Não Seniores passam a disputar-se num sistema misto, ou seja, fase de grupos segunda de fase eliminatória, em todas as provas de singulares e de pares. Está instituído o Quadro principal e o Quadro Secundário nos escalões Sub 17 e Sub 19, ambos em sistema misto. Nos escalões de Sub 9 a Sub 15 todos os atletas poderão disputar as três provas (singulares, par e par misto), enquanto nos Sub 17 e Sub 19 essa participação limita-se a duas provas. A competição por equipas nos escalões Não Seniores deixa de estar limitada a duas provas isoladas, aumentando o número de dias destinado às mesmas.

Quanto ao escalão de Seniores, foram definidos critérios mais rigorosos para o acesso a esta categoria máxima da modalidade. Como por exemplo a despromoção entre as diversas categorias deixa de ser opcional para passar a ser automática caso um atleta fique classificado em todas as provas abaixo do limite legal para se manter numa determinada categoria. É introduzido, ainda, um mecanismo pontual que valorize nos Rankings Nacionais Absolutos a prestação internacional dos atletas portugueses em provas dos Circuitos da BE e BWF.

A Liga de Clubes sofre também alteração, passando a 1ª Divisão de seis para oito clubes, reforçando-se o estatuto da competição como a mais importante do calendário e que passa a premiar não só o Campeão Nacional de Equipas Mistas, como também o Vice-Campeão Nacional, com o acesso direto à Taça dos Clubes Campeões Europeus.

A FPB reconhece que o escalão de Veteranos está desvalorizado pelo que procura, agora, uma nova dinâmica. Há uma nova definição de escalões etários, nenhum atleta estará impedido de fazer três provas.

A Federação faz intenção, ainda, de uma maior descentralização da modalidade, nomeadamente aumentando o número de torneios de clube.

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