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  • Foto do escritorHenrique Correia

Filipe admite ser cabeça-de-lista do JPP e lança Élia Ascensão para Santa Cruz



"Faltam-me dois anos para terminar o mandato autárquico e não me vejo a ficar parado. Se o partido entender que eu sou a voz necessária à Madeira, estarei disponível".




O atual líder demissionário do JPP e presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz em fim de mandato admite vir a ser o cabeça-de-lista do Juntos Pelo Povo às eleições legislativas nacionais antecipadas de 10 de março. E já tem um nome para futura candidatura do JPP à Autarquia santacruzense em 2025: a vice presidente Élia Ascensão.

Filipe Sousa fez estas revelações à RTP-M e deixou praticamente assente que essa sua candidatura à Assembleia da República vai mesmo acontecer, adiantando a existência de negociações visando a candidatura.

O atual presidente da Autarquia santacruzense afirma estar a sentir uma onda de apoio nesse sentido, até de pessoas de outros partidos, no sentido de ser o candidato natural do JPP à Assembleia da República.

Filipe Sousa promete honrar o compromisso com Santa Cruz, mas também diz-se disponível para utilizar a figura da suspensão de mandato em nome da defesa dos interesses da Madeira.

Faltam-me dois anos para terminar o mandato autárquico e não me vejo a ficar parado. Se o partido entender que eu sou a voz necessária à Madeira, estarei disponível.

Recorde-se que a demissão de Filipe Sousa prendeu-se com divergências havidas com o seu irmão Élvio Sousa, devido à posição que estaria reservada ao líder na lista à Assembleia Regional e que não era compatível com a condição de figura principal do JPP, no entendimento do próprio Filipe que em consequência se demitiu causando uma "fractura" no partido. Até hoje.

Esta nova realidade no JPP, que representa uma aproximação entre Filipe e Élvio Sousa, pode resolver o conflito interno e lançar os novos desafios para o futuro, que no imediato passam pela Assembleia da República.

Esta novidade de aparente reconciliação surge num contexto em que os partidos se posicionam para os seis lugares que a Madeira tem direito no Parlamento Nacional, que neste momento contempla 3 deputados do PSD e 3 do PS, cenário que pode sofrer alterações dos novos tempos e num contexto recente, regional, de descida do PSD/CDS, PS e subida do JPP, Chega e IL.

Sabe-se que o PSD terá um estudo interno que vai no sentido de uma descida do PSD, que no entanto dará para manter os três mandatos, mas o PS ficaria com 1, o JPP com 1 e o CHEGA com 1, o que vai ao encontro desta esperança do JPP ao apostar o seu melhor candidato.

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