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  • Foto do escritorHenrique Correia

Funchal é seguro mas é preciso complementar a segurança



Pedro Calado: "O aumento dos eventos e o movimento crescente de turismo na cidade, podem alterar as estatísticas. Contudo, o Funchal é um concelho seguro em termos de segurança".



O presidente da CâmaraMunicipal do Funchal, que tem andado (e publicitado) em negociações com a GNR para patrulhamento do Funchal e que em tempos considerou que os cidadãos, e ele próprio, sentiam insegurança quando passavam em algumas ruas do Funchal em determinadas horas, exigindo intervenção do Estado, que é quem tutela as polícias, no sentido de dotar a PSP de meios humanas para um policiamento de proximidade, veio agora afirmar que "o Funchal tem dos melhores rácios a nível nacional de participação de agentes de segurança pública em relação ao número de residentes". O Funchal é seguro mas precisa complementar a segurança. Pode parecer um paradoxo, mas Calado demonstra que não é.

Se assim é, então como justificar o reforço de emergência ao ponto de chamar a GNR. Pedro Calado explica sem falar na Guarda Nacional Republicana, que na Madeira tem cerca de 2-0 agentes: "O aumento dos eventos e o movimento crescente de turismo na cidade, podem alterar as estatísticas. Contudo, o Funchal é um concelho seguro em termos de segurança".

Porém, Pedro Calado defende que ”se complemente o trabalho de segurança pública de forma a que os recursos e os meios disponíveis possam ser usados da melhor maneira em prol da segurança da nossa população”

As declarações foram proferidas durante a primeira reunião do Conselho Municipal de Segurança (CMS).

Entre os pontos da agenda destaque para a aprovação unânime do regulamento de funcionamento da nova entidade municipal.

Pedro Calado destacou a importância deste trabalho conjunto, cujo resultado será apresentado em reunião com o Ministro da Administração Interna.

“Acho que a partir daqui ganhámos outra credibilidade e outra força, para através da validação dos relatórios que são produzidos e análise quantitativa dos dados trabalharmos em conjunto em matéria de segurança”, realçou.

O presidente da autarquia destacou as diversas matérias que são importantes de discussão pelo CMS nomeadamente relacionadas com o trafego automóvel, sinistralidade rodoviária, violência doméstica, consumo de estupefacientes, entre outras

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