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  • Foto do escritorHenrique Correia

Funchal "esquece" reabilitação do Lazareto



Coligação Confiança vai seguiu a abertura de procedimentos para a revisão do PDM do Funchal e para três planos de pormenor, Ornelas, Carmo e Encarnação.


A coligação Confiança veio a público lamentar que, na Reunião de Câmara desta semana, em paralelo à abertura de procedimentos para a revisão do PDM do Funchal e para planos de pormenor para algumas zonas da cidade, não tenha sido aproveitado para delinear uma estratégia de reabilitação para a zona do Lazareto. Já em 2022, a Confiança apresentou uma proposta de classificação como conjunto de Interesse Municipal do núcleo urbano da Foz da Ribeira Gonçalo Ayres, do forte do Lazareto ou dos Louros e do Miradouro do Lazareto, a qual foi chumbada pelo PSD.

“Face a algumas notícias publicadas na passada semana, que indicavam o encerramento do acesso público ao “Lazareto”, acreditamos que esta seria uma oportunidade para o executivo concretizar uma estratégia de proteção patrimonial e identitária a este conjunto urbano único e finalmente compreender a importância da proposta que a Confiança anteriormente apresentou” refere a Vereadora Cláudia Dias Ferreira.

Considerando que a foz da Ribeira Gonçalo Ayres é atualmente desconhecida de muitos funchalenses, mas serviu, ao longo dos séculos, de local de desenvolvimento de várias atividades, detendo ainda um património arquitetónico e natural, associado à riqueza da sua história, este é um local único que deve ser preservado à voragem dos apetites imobiliários, salvaguardando o seu usufruto para os funchalenses do presente e do futuro. “Privar os funchalenses a este local é indigno que não pode deixar de ser denunciado” reforça a vereadora.

No que concerne ao ordenamento do território, a abertura de procedimentos para a revisão do PDM do Funchal e para três planos de pormenor, Ornelas, Carmo e Encarnação, foram trazidos à Reunião de Câmara do Funchal desta semana. A coligação Confiança suportou a abertura destes procedimentos por entender que os instrumentos de gestão territorial em discussão necessitam de ser pontualmente revistos de forma a acompanhar o desenvolvimento urbano, social e ambiental da cidade. Assim, a Confiança irá acompanhar, de forma assertiva, os diversos planos por forma a garantir a salvaguarda dos interesses dos munícipes e da qualidade de vida de quem vive e trabalha no Funchal e não exclusivamente de propensões de particulares.


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