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  • Henrique Correia

Funchal Jazz na versão Calado será mais popular, mais aberto, mais comercial"


"As alterações que o Funchal Jazz teve “nos últimos oito anos” não foram positivas, tornou-se muito técnico” e “muito restrito em termos de conhecimentos musicais”.



"Mais popular mais aberto, mais comercial". Será este o conceito do Funchal Jazz do futuro segundo Pedro Calado, o novo presidente da Câmara. Tudo porque Calado acha que as versões da Confiança foram muito técnicas e muito restritas.

“Temos muito boas recordações como este evento era organizado antigamente”, adiantando que a autarquia está a trabalhar num cartaz para realizar um evento dedicado a este género musical em 2022”, refere uma nota do gabinete de comunicação da Câmara.

No seu entender, as alterações que o Funchal Jazz teve “nos últimos oito anos” não foram positivas, tornou-se muito técnico” e “muito restrito em termos de conhecimentos musicais”.

“mais popular mais aberto, mais comercial”, manifestando ainda o desejo de “fazer um evento mais dilatado no tempo, fazer uma semana de jazz em vários sítios, havendo a possibilidade de um concerto mais intimista, mais reservado aos grandes apreciadores do puro jazz e um evento mais popular, grandioso, a culminar num sábado à noite em que as pessoas se sentissem mais envolvidas”

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