Governo da República promete rever apoios à UMa
- Henrique Correia

- 31 de out. de 2022
- 2 min de leitura
Marta Freitas: neste momento 48% dos alunos da UMa são apoiados pela Ação Social, o que é bem demonstrativo das dificuldades sentidas por grande parte dos estudante

A deputada do PS-Madeira à Assembleia da República Marta Freitas confrontou, hoje, a ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, com os constrangimentos financeiros sentidos pela Universidade da Madeira (UMa) decorrentes da sua condição insular e ultraperiférica, salientando o avanço que representa o facto de estar assegurado o acesso da Academia madeirense aos fundos comunitários, através dos programas operacionais nacionais, algo que resulta do trabalho que tem vindo a ser feito pelo PS-Madeira nos últimos anos, refere uma nota do PS-M.
Na audição a Elvira Fortunato, no âmbito da discussão na especialidade do OE, Marta Freitas apontou também o facto de ser agora feita a revisão dos contratos-programa a celebrar com as instituições de ensino superior, alertando a governante para a importância de serem tidas em conta as especificidades de alguns estabelecimentos – no caso concreto, a UMa – dada a sua localização, os sobrecustos inerentes à insularidade e a limitação na obtenção de receitas.
Marta Freitas salientou também outras medidas têm vindo a ser implementadas pelo Governo Socialista, como o reforço da Ação Social Escolar, o congelamento das propinas, o Programa +Superior, para apoiar bolseiros em regiões com menor procura e menor pressão demográfica, como é o caso da Madeira, bem como o reforço no alojamento.
A deputada do PS deu conta que neste momento 48% dos alunos da UMa são apoiados pela Ação Social, o que é bem demonstrativo das dificuldades sentidas por grande parte dos estudantes e traduz, também, as dificuldades do estabelecimento de ensino em obter receita através das propinas.



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