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  • Henrique Correia

Governo Regional tem 329 mil euros para distribuir por 14 rádios


Este ano a Covid-19 junta-se às considerações que justificam estes contratos-programa


São 329 mil euros que o Governo Regional estabeleceu como limite para apoiar 14 rádios regionais, através de um contrato-programa, política que é seguida desde sempre pelo Executivo Madeirense, que justifica considerando "o relevante contributo que as estações de rádio regionais prestam às comunidades locais, promovendo

mais e melhor informação aos cidadãos, através da divulgação de projetos e iniciativas de índole diversa".

Para este apoio, que não excederá 23.500 euros a cada uma, em seis prestações, o Governo baseia-se que "as rádios locais desempenham uma importante função social nas comunidades em que se inserem, da qual não se pode dissociar uma relação de proximidade, identidade e pertença, além de atender a que "a inovação e a modernização tecnológicas conferem à programação radiofónica uma elevada portabilidade, permitindo aceder à maioria das rádios - a todo o momento e em qualquer parte do mundo - através das várias plataformas de emissão.

Mas este ano, segundo o Executivo, a Covid-19 também entra na equação para justificar estes montantes para 14 rádios, nem todas com a mesma expressão, mas todas elas com a contrapartida de "divulgação de projetos de caráter informativo, social, económico, cultural e desportivo".

Neste contexto, a governação de Albuquerque explica que esta verba é ainda maus importante "considerando que se mantém a situação de emergência, decorrente da pandemia mundial de Covid-19, e

o papel de eminente serviço público prestado pelas rádios regionais na informação e esclarecimento à população

(difusão de notícias, campanhas de sensibilização, comunicados oficiais, etc.), garantindo o acesso dos cidadãos

a informação essencial sobre a evolução da situação, os procedimentos de segurança, as formas de prevenção e os

comportamentos recomendados, e constituindo um meio indelével de combate à desinformação e ao alarmismo social, torna-se premente a aprovação deste contrato-programa".

Entre as 14 rádios apoiadas, encontram-se duas que pertencem ao Diário de Notícias do Funchal, TSF, e ao JM, um sucedâneo do antigo Jornal da Madeira, a rádio JM FM, ambas pertencentes ao grupo económico que, em comum, tem o empresário Avelino Farinha, além de Luís Miguel Sousa e grupo Bkandy no DN/TSF e Luís Sousa no JM/JM FM.

As restantes doze rádios são o Posto Emissor do Funchal, Rádio Popular, Rádio Festival, Rádio Palmeira, Rádio Clube, Rádio Santana, Rádio Calheta, Rádio Porto Moniz, Rádio Sol, Rádio São Vicente, Rádio Praia (Porto Santo) e Rádio Zarco.

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