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  • Henrique Correia

Governo Regional tenta travar rejeições sobre a vacinação contra a Covid-19


Mensagem reforça segurança e há uma linha de apoio gratuita para a população dedicada à vacinação COVID-19, SRS VACINA COVID-19, 800 210 263.




O Governo Regional decidiu, hoje, publicar uma mensagem, nas suas plataformas online, garantindo a segurança da vacinação, uma situação que surge na sequência das dúvidas colocadas sobre a vacina da AstraZeneca e que levaram à sua suspensão, por parte de alguns países, entre eles Portugal, durante três dias. A retoma da administração, depois das garantias da Agência Europeia do Medicamento, acontece esta sexta-feira.

Esta situação resultou num quadro novo de dúvidas para quem já estava renitente na decisão de ser vacinado, a que se juntam outros novos "aderentes" a essa reserva sobre a vacinação. E por isso, o Governo publica que "na Região Autónoma da Madeira temos duas vacinas contra a COVID-19. Ambas são seguras e estão aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento. Caso seja contactado para fazer a vacina COVID-19. Não hesite".

Recorde-se que ontem, o Executivo madeirense deu conhecimento que "a inoculação com a vacina AstraZeneca contra a COVID-19 na Região Autónoma da Madeira será retomada no dia 19 de março a partir das 13h00 no Centro de Vacinação do Funchal, localizada no Madeira Tecnopolo. A vacinação com a vacina da AstraZeneca será retomada com os docentes e não docentes, grupo definido como prioritário nesta fase da campanha de vacinação.k".

Esta resolução, explica o Governo, "está fundamentada na tomada da decisão da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), que reafirmou, hoje, 18 de março, que a vacina AstraZeneca é segura e eficaz".

Nessa informação, a Direção Regional de Saúde recorda que "até ao dia 15 de março, na região foram vacinados cerca de 4000 pessoas com AstraZeneca pertencentes a outros grupos prioritários".

A DRS informa, ainda, que há uma linha de apoio gratuita para a população dedicada à vacinação COVID-19, SRS VACINA COVID-19, 800 210 263.

A este propósito, segundo uma notícia da TVI, as indicações, a nivel nacional, apontam para "quem a recusar vai ficar para o fim da lista de prioridades do plano de vacinação".

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