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  • Henrique Correia

Governo troca Patrícia Dantas por outro representante na Assembleia Geral da EEM


Assembleia estava para o dia 18 e está a realuzar-se hoje. A EEM estava sob tutela de Pedro Calado, que sai do Governo segunda-feira. A questão é: com quem fica a EEM?




O Governo Regional decidiu, no plenário de ontem, mandatar o licenciado José Manuel Soares Mota para representar a Região e exercer todos os seus direitos, enquanto acionista única da Assembleia Geral de sócios da Empresa de Eletricidade da Madeira, que terá lugar na sua sede social, hoje, 13 de agosto de 2021, pelas 15 horas.

José Manuel Mota, licenciado em Economia, foi designado, em 2019, em regime de comissão de serviço, para o cargo de Direção Intermédia de

1.º grau, Diretor de Serviços da Unidade Técnica de Acompanhamento e

Monitorização de Parcerias Público Privadas e do Setor Público Empresarial da RAM, da Direção Regional Adjunta de Finanças, da Vice-Presidência do Governo

Regional.

Com esta resolução, já publicada em Jornal Oficial, o Governo revoga, assim, uma outra resolução publicada em 8 de agosto, onde mandatava, para a mesma Assembleia Geral de sócios, mas então agendada para 18 de agosto, a diretora regional Adjunta dos Assuntos Parlamentares, Relações Externas

e da Coordenação, Patrícia Dantas.

Recorde-se que o Governo Regional prepara uma remodelação, a primeira deste mandato, resultante da saída do vice presidente Pedro para o desafio de candidatura à Câmara do Funchal, implicando a nomeação de um novo secretário regional, com a pasta das Finanças, Rogério Gouveia.

A questão que se coloca a Miguel Albuquerque é a de proceder à alteração, de nomeação de Rogério Gouveia e exoneração de Pedro Calado, mas também a mudança ls na orgânica do Governo, sendo que a EEM é uma das áreas fortes que estavam sob tutela da vice presidência.

Fonte próxima do processo admite que o futuro conselho de administração da EEM possa passar a ser composto por cinco elementos, podendo a tutela ser distribuída para uma outra secretaria, apesar de algumas resistências internas no sentido de não ir para a Economia, o que poderia significar poderes acrescidos para Rui Barreto, uma realidade que não é bem vista pelo PSD.




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