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  • Henrique Correia

"Guerra" do Funchal ao vandalismo já valeu 11 carros vandalizados nos Viveiros

Autarquia diz que este incidente "não vai esmurecer esse combate" e reafirma determinação na segurança da cidade

A Câmara Municipal do Funchal declarou " guerra" ao vandalismo, insegurança e criminalidade na cidade. Hoje, dias depois dessa posição camarária, onze carros do departamento de Ambiente, parqueados nos Viveiros, apareceram vandalizados, a maior parte veículos de recolha de lixo. Já houve participação às autoridades policiais.

A Autarquia, liderada por Miguel Gouveia, reage dizendo que estas situações não vão esmorecer esse combate e reafirma a intenção de levar por diante a intenção de garantir segurança na cidade em articulação com as entidades que têm competência na segurança pública.

Este incidente vai provocar constrangimentos na prestação do serviço, mas a Câmara garante que tudo fará para que a recolha de lixo ocorra com o mínimo de consequências para os munícipes.

Esta semana, o presidente Autarquia disse que a Câmara Municipal do Funchal "não vai admitir que este tipo de situações continue a ocorrer e que seja posta em causa a paz social e a segurança que sempre notabilizaram uma cidade como o Funchal. Perante uma situação nova como aquela que estamos a viver, sentimos que as entidades que têm a responsabilidade de atuar estão a ter dificuldades de adaptação e que tem vindo a existir um vazio em termos de capacidade de resposta e liderança, de definição de competências e, acima de tudo, de ações concretas. Ora, isso não pode continuar a acontecer e é por isso que, daqui em diante, assumimos frontalmente que será a CMF a liderar o combate ao vandalismo, à criminalidade e à insegurança na cidade."

Miguel Gouveia anunciar assim que, "já a partir desta semana, serão criadas equipas multidisciplinares entre a PSP e a Fiscalização Municipal, no sentido de intensificar as ações no terreno de dia e de noite, e identificar e acompanhar indivíduos com comportamentos desviantes, que estejam neste momento a criar problemas na rua, e que necessitem de ajuda. Acreditamos que a população já vai começar a sentir a diferença."

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