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Há 15 mil para os "pimba", não há 5 mil para a Orquestra

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 4 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura


Carlos Gonçalves "abre o coração" e diz, agora na reforma, o que lhe vai na alma sobre as opções por aquilo que o povo quer.




Carlos Gonçalves liderou o Gabinete de Expressão Artística durante anos, liderou o Conservação - Escola das Artes, durante anos, um indefectível, desde sempre, das políticas regionais, mas naturalmente, agora na reforma, consegue "abrir o coração" para dizer o que lhe vai na alma. Em entrevista à Antena1, criticou o que pode ser criticável, ao dizer que as Câmaras trazem musicos pimba do continente pagando 10 ou 15 mil euros, mas são incapazes de pagar 4 ou 5 mil para levar a Orquestra Clássica. Uma verdade, mas uma verdade que tem a ver com o que o povo quer. O povo quer, o povo tem, o povo vota.

Carlos Gonçalves questiona: quando é que isto muda? "Isto é a pescadinha de rabo na boca. Dizem que as pessoas não aderem à Orquestra Clássica. Mas é assim: se eu der camarão a uma pessoa que nunca comeu camarão, a primeira reação é rejeitar. Mas se eu descascar e colocar molhinho, vai dizer que isto afinal é bom".


 
 
 

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