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  • Henrique Correia

"Há quatro anos o PSD não ganhou a Câmara do Funchal porque não quis"


Pedro Calado fez contas e pediu exercício do voto a 26 de setembro "com consciência e tranquilidade, mas nos três boletins".



Pedro Calado fez umas contas, na apresentação da candidatura de Tiago Freitas à Junta de Freguesia de São Gonçalo, e concluiu que "há quatro anos o PSD não ganhou a Câmara do Funchal porque não quis".

As contas, para o candidato da coligação PSD/CDS ao Funchal, são simples: os eleitores devem preencher três boletins, para a Assembleia Municipal, para a Câmara e para a Junta. "É que se para as juntas houve um registo superior a 4 mil votos, favoráveis aos social-democratas, para a Câmara faltaram cerca de 2.200 votos. “Só não ganhámos a CMF porque não quisemos. Espero que no próximo dia 26 de Setembro saibamos fazer as coisas com cuidado e exercer o nosso voto com consciência e tranquilidade, mas nos três boletins”.

Pedro Calado promete uma mudança no Funchal e apela a que entre os dois modelos de governação distintos, - o socialista, onde impera a miséria e os cabazes, “sistema viciado que falhou por completo”, e o social-democrata, que garante igualdade de oportunidades, apoio a quem precisa e garante postos de trabalho - optem pelo que garante estabilidade e qualidade de vida.

Tiago Freitas, o candidato à Junta, defende "um projeto mobilizador e inclusivo". O cabeça-de-lista à junta de freguesia de São Gonçalo apresentou esta tarde de sábado, no Miradouro das Neves, a sua equipa pelo projeto de Coligação PSD/CDS e constatou que a freguesia se encontra estagnada, num vazio de propósitos, sem rumo e publicamente desleixada. “É por demais evidente a desarticulação entre a Câmara do Funchal e a Junta, que apesar de serem do mesmo partido, demonstram uma enorme incapacidade em concretizar seja o que for. Em 8 anos de poder local, a coligação não foi capaz de realizar nenhuma obra de referência em São Gonçalo”, referiu o candidato.

Tiago Freitas apresentou um conjunto medidas e projetos que quer implementar e desenvolver na freguesia onde o foco serão sempre os moradores, sem deixar ninguém para trás.

Deseja encetar de forma rápida um conjunto de parcerias com a Administração Pública Regional, com Organismos e Entidades privadas que permitam reduzir as assimetrias verificadas pelas políticas levadas a cabo pelo atual Executivo da Junta de Freguesia. Políticas essas, que insistentemente “se mostram desadequadas e muitas vezes incompatíveis com a realidade que atualmente vivemos”, observa.


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