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  • Henrique Correia

"Há um conjunto de taras e de ressentidos que são contra o CINM", diz Albuquerque


Governo Regional está em conversações com o Governo da República e outras instâncias nacionais no sentido de garantir que a Zona Franca da Madeira vai continuar.



O presidente do Governo Regional considerou hoje, à margem da visita à empresa MDT, no Caniçal, que o que Portugal tem de fazer "é defender o Centro Internacional de Negócios, porque o CINM é nacional e visa também o desenvolvimento da economia nacional e a sua internacionalização". "A não ser que a Madeira já não seja nacional…"

Num texto publicado nas plataformas digitais do Executivo, é revelado que o Governo Regional está em conversações com o Governo da República e outras instâncias nacionais no sentido de garantir que a Zona Franca da Madeira vai continuar.

Albuquerque diz que existe um conjunto de taras e de ressentidos que são contra o Centro Internacional de Negócios e contra tudo aquilo que cria riqueza. Eles acham que o dinheiro nasce debaixo das pedras, mas não nasce. Nasce da instalação de empresas, nasce do trabalho, nasce da criação e riqueza, como acontece aqui, na Zona Franca»


O líder madeirense diz não serem aceitáveis «aquelas condições draconianas que a União Europeia queria impor». Ou melhor, «não era a União Europeia». «Era um conjunto de funcionários da União Europeia, em função dos lóbis da Holanda, de Malta e de outras praças financeiras que querem que as empresas que estão aqui sedeadas vaiam para esses países europeus», complementou.

"Esta ideia de destruir o que é nosso para favorecer os nossos concorrentes e os estrangeiros é perfeitamente absurda e ridícula".

Miguel Albuquerque lembra que a proposta do Governo da República para o CINM deu entrada na Assembleia da República e está confiante de que será possível alterá-la.

"Temos responsáveis políticos que são antipatriotas, mas ainda confio que a maioria dos eleitos na Assembleia da República estão lá para defender os interesses do País e da Madeira e não defender os interesses dos nossos concorrentes".


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