Idosos com pensões baixas e ultraperiferia explicam pobreza apontada à Região
- Henrique Correia

- 21 de jan. de 2023
- 1 min de leitura
Miguel Albuquerque justifica que afinal não somos pobres: "A Regiões Ultraperiféricas, por si só, têm estes valores altos de risco de pobreza. A solução é continuar a criar riqueza, incentivar investimentos estrangeiro, diversificar a economia e criar emprego".

Os dados que apontam a Madeira como Região com elevado nível de pobreza não são o que dizem, explica Miguel Albuquerque quando confrontado com essa situação. O presidente do Governo tem uma teoria para desvalorizar os indicadores: por um lado, os parâmetros de avaliação para as ilhas, tendo em conta factores como a ultraperiferia e escala de mercado, colocam as ilhas em desvantagem e com riscos que se repercutem nos estudos; segundo, a Madeira tem uma faixa grande de idosos, que nunca descontaram ou descontaram pouco e que têm pensões baixas, por isso a Região aumentou o complenento social de idosos.
E é assim, desta forma, que Albuquerque "desmonta" estes dados recentes:ã"A taxa de exclusão social/ risco de pobreza foi de 29,6%. Um aumento de 3,7% em comparação a 2021. Já a média nacional foi de 19,4%.".
O líder do Governo diz que a realidade é outra, a economia é saudável e as Regiões Ultraperiféricas, por si só, têm estes valores altos de risco de pobreza. A solução é continuar a criar riqueza, incentivar investimentos estrangeiro, diversificar a economia e criar emprego".
As declarações de Albuquerque foram feitas à margem da visita aos terrenos onde será construído campo de futebol do Ribeiro Real, em Câmara de Lobos.



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