Iglésias defende voto de europeus em mobilidade
- Henrique Correia

- 20 de out. de 2022
- 1 min de leitura
"Não pode, simplesmente, haver discriminação entre cidadãos nacionais e cidadãos que estejam em mobilidade em cada País".

Miguel Iglésias, deputado do PS-Madeira à Assembleia da República, levou ao Parlamento a importância de pôr fim a quaisquer tipos de discriminação que possam colocar em causa o direito de voto dos cidadãos europeus em mobilidade, para, desta forma, aumentar a participação democrática e combater a abstenção, refere uma nota do partido.
Numa intervenção no plenário, no âmbito da discussão de duas propostas sobre o sistema de exercício de voto e elegibilidade nas eleições para o Parlamento Europeu e nas eleições autárquicas por parte dos cidadãos da União Europeia residentes num Estado-Membro de que não tenham a nacionalidade, o parlamentar apontou o intuito de, através destes diplomas, se assegurar "o direito à livre mobilidade, garantindo os direitos eleitorais dos cidadãos europeus, seja nas eleições autárquicas, seja nas eleições europeias, que ocorrerão já em 2024, “esperando-se que problemas comuns detetados em praticamente todos os Estados-membros, onde eleitores foram impedidos de votar por razões de falta de esclarecimento ou desinformação de responsáveis e autoridades eleitorais, sejam efetivamente suprimidos”.
“Não pode, simplesmente, haver discriminação entre cidadãos nacionais e cidadãos que estejam em mobilidade em cada País. Temos de garantir integralmente os direitos dos cidadãos, todos eles”, sublinhou, dando conta que há muitos portugueses que vivem, trabalham ou estudam em outros países da União Europeia e querem participar livre e democraticamente nos locais onde vivem, “como deve ser o seu pleno direito”.





Comentários