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  • henriquecorreia196

IMI do Funchal: o mínimo dos mínimos


Cristina Pedra acrescentou uma "promessa" à lista de Pedro Calado: IMI do Funchal no mínimo. Está cumprida.




Um programa da RTP Madeira, daqueles formatos base pós eleitoral, teve como convidados Cristina Pedra, da Coligação vencedora no Funchal PSD/CDS, vice de Calado, os presidentes reeleitos das Câmaras de Santana e Santa Cruz, respetivamente Dinarte Fernandes e Filipe Sousa, bem como o presidente de Junta, reeleito, o único da Confiança, em Santa Maria Maior, Guido Gomes. Foi este o painel.

A dado momento, a representante da coligação PSD/CDS, que por acaso vai ficar com a pasta das finanças, dos números portanto, disse o que Pedro Calado já tinha dito, que a derrama acaba já a seguir, mas também que o IMI, já em 2022, vem para a taxa mínima, ao que se seguiu o silêncio normal quando se muda de assunto sem ninguém dar por isso, acontece. As taxas são variáveis, podem mudar de câmara para câmara, e não é obrigatório saber de cabeça, sem cábula.

Não fora o pormenor do Funchal já ter o IMI na taxa mínima permitida, 0,3%, e teria sido uma grande promessa, entre as mais de uma centena que o candidato lançou e que certamente pesaram na eleição.

São coisas que acontecem, a equipa está a chegar à Câmara do Funchal, é preciso estudar bem os documentos, os dossiers, sendo natural que o candidato Pedro Calado estivesse em melhor posição para não prometer o mínimo dos mínimos, que ainda não é possível fazer pela contabilidade até hoje conhecida.

Mas também não é por aqui que a Coligação vai deixar se cumprir. Pedro Calado fez uma lista, pediu aos munícipes para fazerem o rol à antiga, o tal papelinho, para irem descarregando a obra cumprida. Pediu até para guardar uma gravação sua nesse sentido. Demonstrou coragem e não é muito habitual em política. A experiência e a "arte" ajudam. Mais um tempo e Cristina Pedra entra no ritmo.

Os IMI tem mínimos. Ao contrário das promessas.

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