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  • Foto do escritorHenrique Correia

Incidência de microplásticos nas praias da Macaronésia divulgada a 9 de fevereiro


Programa incluiu mais de 400 amostragens e quase 4.000 amostras analisadas.



A quantidade de microplásticos e a sua evolução em praias da Macaronésia estão entre as prioridades dos investigadores da Madeira, Açores, Canárias e Cabo Verde.

Este é um dos indicadores da reunião da próxima quinta-feira, dia 9 de Fevereiro, que pretende apresentar, na Reitoria da Universidade da Madeira, os resultados preliminares do projeto IMPLAMAC, “Avaliação do impacto dos microplásticos e poluentes emergentes nas costas da Macaronésia”. No encontro vai estar presente o secretário regional do Mar e das Pescas, Teófilo Cunha.

O projeto do programa Interreg-MAC, que se iniciou em outubro de 2019 e terminará em setembro deste ano, tem procurado criar um observatório que possa gerar dados quantitativos e qualitativos sobre o impacto dos microplásticos e diferentes poluentes nas praias dos quatro arquipélagos. Para tal, foi desenvolvido um programa de monitorização de microplásticos e diversos contaminantes nas areias e águas de 46 praias destes arquipélagos, programa que até agora incluiu mais de 400 amostragens e quase 4.000 amostras analisadas.

No âmbito dos objetivos do projeto também foi avaliada a incidência de microplásticos em alguns tipos de peixes e o seu efeito nas cadeias alimentares e nos ecossistemas, tendo sido analisados, até o momento, 800 espécimes.

Estes objetivos foram distribuídos entre as seis entidades participantes no projeto: a Universidade de La Laguna (ULL) que é coordenadora do projeto, e a Universidade de Las Palmas de Gran Canaria (ULPGC) das Ilhas Canárias, a Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação (ARDITI) da Madeira, a Direção Regional do Mar da Madeira, a Direção Regional dos Assuntos do Mar dos Açores (DRAM) e a Universidade de Cabo Verde (UniCV), como entidades associadas.


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