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  • Foto do escritorHenrique Correia

Iniciativa Liberal quer controlar listas de espera e "atacar" obras sem critério




IL disse na campanha ao que ia se conseguisse eleger um deputado. O que conseguiu: "O ‘item’ “obras a mais” tem que passar a ser a excepção e não a regra. O desvio orçamental é inaceitável salvo por motivos de força maior".






"Ao fim de quase 50 anos de Autonomia, é inexplicável como chegámos aqui. Deixámos que a pobreza se tornasse natural. Racionalizamos a pobreza. E é inaceitável que assim seja". Foi assim uma das mensagens da Iniciativa Liberal Madeira com Nuno Morna à cabeça, agora eleito deputado à Assembleia Regional, não um deputado qualquer mas um deputado que pode viabilizar um Governo de Miguel Albuquerque, do PSD que tem governado uma Região que, segundo propõe a IL, deve ter "um Gabinete de Combate à Fraude e à Corrupção" e vive numa "Autonomia de dependentes, esta Madeira de salários mínimos tem de acabar", como refere a IL.

Foi com estas mensagens que a Iniciativa Liberal conquistou o eleitorado para a eleição de um deputado, que neste momento é o mais decisivo da política madeirense, pelo menos é o que se vislumbra nas negociações dos próximos dias.

Neste contexto, ganha mais peso o que pensa a Iniciativa Liberal. Como disse Rui Rocha, a IL não procura lugares no Governo mas sim negociar políticas, o que pode significar algumas cedências da coligação a pretensões da IL sobre assuntos fundamentais, como a transparência, a redução fiscal. Como disse Nuno Morna durante a campanha: "Falhámos, falhámos enquanto sociedade. Falhámos politicamente. É urgente refundar a Autonomia. Criar uma nova, reconhecendo os erros que nos trouxeram até aqui, aprendendo com eles".

O eleito deputado e assumido "adulto na sala", o que significa maturidade para negociar, tomou o pulso a esta candidatura dizendo: "Não me candidato apenas a deoutado na Assembleia Regional, candidato-me, isso sim, a líder da oposição e a voz que vocês merecem. O líder da oposição contra a carga fiscal asfixiante, contra a emigração forçada dis nossos jovens, contra o ciclo de pobreza que atibge mais de 40% dos madeirenses, contra a ineficiência dos cuidados de saúde, contra esquemas de corrupção que nada fazem senão sufocar o mérito de tantos madeurenses que acabam por desistir".

Mas também disse: "Não estamos aqui só para fazer oposição, estamos aqui para construir uma Madeira mais justa, mais livre, mais rica e de futuro. É possível fazer melhor.

Ficam, aqui, algumas das observações da IL durante a pré campanha e campanha:


"Quem não conhece alguém que “trepou” no emprego, ou que conseguiu um emprego, pela mão de um conhecido? A “cunha” é, entre nós, uma instituição, uma maneira de subir que impede o mérito e trava a possibilidade de ascender socialmente"


Os madeirenses têm todo o direito de saber quando vão ter a sua consulta, fazer a sua cirurgia, realizar o ser exame de diagnóstico. Mas não sabem. E não sabem porque o SESARAM também não faz ideia. Uma região que tem cerca de 118.000 actos médicos em espera (consultas, cirurgias, exames de diagnóstico), ou seja, quase 0,5 (meio) acto médico por habitante, não é uma região saudável.


O Governo Regional não faz ideia de qual é o seu património e em que estado está. Podia lá viver gente. É IMORAL!


Acabar de imediato com o paradigma de obras feitas por fazer, sem critério e com enormes desvios orçamentais. Todas as obras têm que passar a ter estudos de viabilidade em função daquilo a que se destinam: custos de manutenção, de exploração, de dinamização, de implementação, de organização, etc.;


O ‘item’ “obras a mais” tem que passar a ser a excepção e não a regra. O desvio orçamental é inaceitável salvo por motivos de força maior;


Criar o Portal das Obras Públicas onde estará para consulta pública toda a informação e documentação processual e técnica relacionada com estes processos;

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