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  • Henrique Correia

Jaime Ramos quer "salvar" o União de gente que nunca fez nada pelo clube


Antigo líder do clube quebra silêncio em reunião de "notáveis" para dizer que não sabeco que é isso de ADUM ou CFU 1913




Jaime Ramos fez uma vida na política e no futebol, no seu União da Bola. Sempre com uma presença envolta em polémica, atendendo à sua forma, conhecida, de ser e de estar. Na política, sempre ao lado do jardinismo, era mais ou menos o operacional da máquina social democrata, foi secretário-geral, além de líder parlamentar. No futebol, foi presidente do União, foi ele quem segurou o clube durante anos. Saiu da política e remeteu-se ao silêncio. Até agora, e mesmo assim não publicamente.

Perante toda a envolvência de convulsão vivida pelos unionistas, foi num grupo de notáveis do clube, recentemente, que Jaime Ramos decidiu o que se pode chamar de "murro na mesa". Foi ali que disse, claramente, que "União só há um". Nem sabe o que é isso de ADUM ou CFU 1913, atribuindo estas "investidas" a "um grupo de simpatizantes e alguns ex dirigentes que nunca fizeram nada pelo União e alguns nem são do União, que criaram um estratagema premeditado para fundar um novo clube".

Para Jaime Ramos e para esse grupo de destacadas figuras do clube, apostadas na preservação histórica do União, o momento é de "arregaçar as mangas" e ajudar a essa defesa, todos juntos, tendo em vista evitar o que já é considerado como "um assalto à história" do Clube de Futebol União.

Parece que o futebol e o União foram mais fortes do que a política neste regresso à visibilidade por parte de Jaime Ramos.

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