Jardim avisou que a "criatura" não prestava; Albuquerque foi "bíblico"
- Henrique Correia

- 16 de jan. de 2023
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Miguel Albuquerque ao JM: "Quando sentires umas pedras nas costas lembra-te da última pessoa a quem fizeste o bem”.

Por muito que Sérgio Marques diga que foi em "off", que não se referia à atualidade quando a reportagem do DN Lisboa foi agora, quando falou em favorecimentos do Governo a empresários e obras "inventadas", nunca mais vai conseguir desfazer o que fez com declarações arrasadoras para com a transparência da governação regional, que tem promovido o seu impoluto comportamento e vem um social democrata, que está por dentro da máquina, a dizer que o "rei vai nú" nos favorecimentos.
Tanto Jardim como Albuquerque, que Sérgio diz serem diferentes mas iguais na metodologia, reagiram de forma diferente, em declarações ao JM, um dos jornais que Sérgio critica quando ele e a sua "nouvelle vague" desencadearam a privatização com uma "purga" de contornos políticos.
Jardim reagiu a "rasgar" e chamou mesmo "sonso" ao "seu" eurodeputado". Diz ter avisado que a "criatura não prestava". Albuquerque teve uma versão mais bíblica mas na mesma demolidora para o "seu" ex-secretário e "seu" deputado à Assembleia da República: "Quando sentires umas pedras nas costas lembra-te da última pessoa a quem fizeste o bem”.
Depois disto, só mesmo o provérbio "quem tem telhados de vidro, não atira pedras ao do vizinho".





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