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  • Henrique Correia

jardim critica subsídios para compra de votos e concursos do "pão com molho"

"Dizem que a política social não foi a nossa, mas a que hoje decorre desta maneira!..."


Alberto João Jardim não perde uma. A última vem de um artigo, no JM, onde sem orientar para destinatários, está fácil de ver que é com quem governa. E pede: "Não cometam o erro de chamar POLÍTICA SOCIAL à Política Assistencial".

Fala nos "meus governos" várias vezes,  mesmo que alguns dos seus governos também não tenham sido propriamente "magos" da política. Mas diz na mesma. Tem peso, ainda, e representa uma franja dentro do PSD Madeira. "Os meus Governos criaram o melhor Serviço Público de Saúde em Portugal, com a mais completa cobertura pessoal e territorial. Mas, em nome do "social", tudo se tem tentado para O desmoronar, através de fantasias faraónicas, de exigências e de reivindicações absolutamente impraticáveis e insustentáveis!... Até à Política da Terceira Idade houve quem respondesse, abandonando os Idosos!..."

Escreve que, hoje, "a subsídio-dependência e o facilitismo compram votos, não criam riqueza e prolongam a pobreza. É a isto que agora chamam "política social"!...

E mais: "Hoje, com as borlas e os subsídios para compra de votos, com a explosão indisciplinada dos egoísmos e dos diferentes grupúsculos na caça ao "tacho", com a redução dos incentivos para trabalhar, agora, sim, dizem que a política social não foi a nossa, mas a que hoje decorre desta maneira!..."

Para Jardim "agora, chama-se de "social" a tentativa de perturbação sindical, a desresponsabilização das Famílias, o facilitismo que não cria hábitos de Trabalho e considera a Exigência um "pecado"! Consequência, amanhã a mão-de-obra será mais barata, o "pensamento único" substituirá o Espírito Crítico e Livre, as Consciências serão melhor dominadas pelos poderes de facto".

Afirma que "hoje, os concursos do "bacalhau a pataco" e do "pão com molho", a decorrerem entre os Partidos políticos, levaram à perda do que é sério e reprodutivo, seja material, seja intelectual, seja socialmente.

As coisas estão de tal maneira que, em nome do "social", até uns energúmenos são contra a Autonomia e uns patetas aceitam a Madeira ter "dívida"!... Depois de roubada durante quase seiscentos anos!..."

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