Jardim diz que o Palácio representa um passado colonial.
- Henrique Correia

- 16 de jun.
- 1 min de leitura
Antigo presidente discorda da parte da entrevista de Paulo Barreto ao JM, quando este defende que o Palácio de São Lourenço deve manter-se na posse do Estado.

A declaração do Representante da República na Madeira, Paulo Barreto, defendendo que o Palácio de São Lourenço deve manter-se na posse do Estado, já mereceu reação, como de resto era esperado, por parte do antigo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, um eterno defensor do Palácio para a Região.
Paulo Barreto explica que o estado de degradação da Fortaleza do Pico e do Forte de São Tiago, que passaram do Estado para a Região, desaconselha a transferência do património Palácio para a Madeira, afirmação que coloca as entidades governamentais numa posição desconfortável por desleixo relativamente ao património que reivindicaram e não souberam preservar convenientemente.
Jardim escreve que "o Representante da República deu uma entrevista responsável e equilibrada ao “J.M.”, que, independentemente das posições ideológicas de cada Cidadão, de certo uma fortíssima maioria não hesitará em subscrevê-la. No meu entender, com uma exceção. A questão do Palácio de S.Lourenço, sobretudo pelo símbolo que representa de um passado colonial. O desleixo em relação a alguns imóveis é pontual e imediatamente ultrapassável se não se perder tempo e
dinheiro com “delírios” festivo-eleitoreiros de má qualidade.
E não constitui regra. Aliás, desde 2015, anda como que “suspensa” a transferência de competências e de património do Estado para a Região.O que não convém estabelecer, nem defender".



Comentários