Jardim ironiza com desistência "por acaso" de Fernando Góis
- Henrique Correia

- 6 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
Antigo presidente do Governo diz que Fernando Góis passa a "expert em gestão de assuntos parlamentares para, por mero acaso, desistir da candidatura por Ponta Delgada".

Alberto João Jardim continua com um caudal de indiretas, para quem sabe são mesmo diretas de "caras", relativamente a decisões da liderança de Miguel Albuquerque, mesmo que pelo meio existam também muitos elogios, de que os exemplos das escolhas autárquicas em Santana (elogio) e São Vicente (crítica/elogio) expressam o que se descreve.
O antigo presidente do Governo tem feito, como habitualmente, várias publicações na rede X e uma delas abordou a troca de candidato da coligação PSD/CDS em São Vicente com a saída de Fernando Góis, é número dois de José António Garcês, e a entrada de António Gonçalves, que chega à candidatura depois de ter "ameaçado", nomes e tudo, com uma lista independente. Mas o facto de Fernando Góis perder num lado e ganhar no outro (administração da Assembleia Regional) deu o foco a Jardim, que apesar de ter histórico nestes expedientes, usou da ironia para "picar" o que considera "meninos prodígios ex-jotas". Talvez Albuquerque, talvez Miguel Sousa, talvez outros...
Pois bem, Alberto João Jardim aproveitou vários escritos para "atirar" em diversas direcções. Diz que
"o candidato corresponsável pelo ZERO do Norte da Madeira nos últimos doze anos, será um “expert”em gestão de assuntos parlamentares para, POR MERO ACASO, desistir da candidatura por Ponta Delgada e “ganhar” um lugar no Conselho de Administração do Parlamento da Madeira?!…
Agora, “meninos-prodígios” ex-“jotas”, todos em côro: “No tempo Alberto João, é que era mau. Não nos davam disto”.
Apesar de tudo, Jardim aplaude a opção em São Vicente: "Aplauso para a solução encontrada para S.Vicente, pela Direção regional do PSD.
A união/força do Partido passa pelo empenho em esbater racionalmente,
passo a passo, o diferendo “renovação” e os que o não
são.
Agora, o problema é outro e mais importante. A Ética Social-Democrata".



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